terça-feira, 20 de setembro de 2011

Um nobre e elegante gato



O siamês é o príncipe dos gatos, título recebido por sua elegância de corpo e, também, pela graça de seus movimentos. Parece uma estátua do Antigo Egito, possui um olhar enigmático e profundo; é um exótico bichano. Entre os gatos de pedigree, é o mais conhecido. Sua popularidade é tão grande que é considerada a segunda raça com maior número de nascimentos ao ano, só tendo à sua frente o Persa.

Sua personalidade é incomum. Algumas características, como o miado, diferenciam-nos dos demais felinos. Além disso, são muito ligados aos seus donos, de quem, em alguns casos, chegam a ter ciúmes. Especialistas comparam seu comportamento ao dos cães, pois se afeiçoam mais aos donos do que à casa propriamente. O que não é comum, de uma maneira geral, entre os gatos.


Imponente, o Siamês chama a atenção pelo físico esbelto e pela cor dos olhos. Com reações imprevisíveis em alguns momentos, seu humor muda de acordo com os acontecimentos. Pode-se dizer que é um pet temperamental, mas, sem dúvida, muito carinhoso.

Cuidados

A fêmea requer cuidados especiais no cio. Os sintomas são bastante fortes e podem ser notados por todos, pode rolar pelo chão, gemendo, ou correr pela casa, rasgando e arranhando tudo o que encontrar pela frente.

É importante que ela tenha um companheiro o mais rápido possível. Um mês depois do acasalamento, suas tetas começam a inchar e os filhotes podem ser sentidos em seu ventre. Eles nascem brancos e vão mudando de cor à medida que crescem.
O siamês oficial tem o corpo bem longilíneo, orelhas grandes e cabeça triangular; é gato de criadores, de exposições e de pessoas que admiram sua estrutura charmosa. Já o extra-oficial é mais rechonchudo, tem orelhas pequenas e cabeça redonda. Ter um siamês em casa é sempre uma festa, pois ele é atleta, brinca, corre, salta e faz acrobacias fantásticas.

Origem e História


Foi na Tailândia, antigo Sião, que os ocidentais viram esses gatos pela primeira vez, os quais ficavam cuidadosamente protegidos no palácio real de Bangkok. Foram levados para a Inglaterra em 1884 e se espalharam para outras partes do mundo, chegando aos EUA na década seguinte. Nessa época, os Siameses não eram tão elegantes como os atuais.

Com o crescimento de sua popularidade, muitas pesquisas foram realizadas na Tailândia e no resto da Indochina, mas não foi possível identificar de que felino descende o Siamês , no entanto, a origem asiática foi comprovada.


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Serenos, observadores e dóceis

Elegantes e graciosos, os gatos Persa têm a cara achatada, o corpo rechonchudo e podem ser encontrados em diversas cores como branco, vermelho, lilás, azul, chocolate, preto, entre outras combinações. De temperamento pacato e dócil, esses felinos têm as patas fortes e curtas. Eles não são acostumados a saltar ou escalar.
A cabeça é redonda e das orelhas saem tufos de pêlos. Os olhos grandes e redondos, podem ser azuis, safira ou alaranjados. Sua pelagem frágil é macia e sedosa, exigindo escovação diária para que não fiquem emaranhados. Como poucos gatos gostam de água e sabão, um banho ocasional manterá a higiene do seu bichinho em dia. Mas esta rotina deve começar quando ele ainda for jovem.

Os gatos Persa são animais de hábitos serenos, preferindo uma casa com ambiente seguro e tranqüilo. Mas nada impede que este felino se adapte à residências mais barulhentas e tumultuadas. Isto acontecerá se você tratar o seu pet com muito carinho e confiança. Eles adoram se exibir fazendo poses e ficando nas janelas ou naquelas cadeiras confortáveis.

Origem e História

A origem da raça Persa não é exatamente conhecida. Existem várias versões sobre a proveniência destes gatos. Uma delas seria que o primeiro exemplar da raça tenha chegado à Europa junto do explorador italiano Pietro della Valle, em meados do século XVI. Uma outra versão diz que o naturalista francês Nicolas Fabri de Peirese, em 1630, foi quem introduziu o primeiro exemplar da raça persa, oriundo da Turquia. Já a terceira versão atribui a origem da raça como descendente da uma raça de gatos nativos do planalto da Ásia Central, que se estende do Tibete a Mongólia.

A primeira descrição precisa da raça aparece no famoso livro de história natural de Georges Louis Leclerc Buffon (1707-1788). Em 1871, Harrison Weir organizou a primeira exposição de felinos no Palácio Cristal, em Londres, onde participaram a rainha Vitória (2 exemplares azuis) e o Príncipe de Gales (posteriormente Eduardo VII) como patrocinador fornecendo um prêmio especial.

Em 1901 as cores reconhecidas para os Persas, na Inglaterra, eram preto, branco, azul, ruivo, creme, fumaças, tabbies, chinchilas, escamas de tartaruga, bicolores e tricolores. Em 1910 foi criado o "Governing Concil of the Cat Fancy of Great Britain", onde foram estabelecidos os primeiros padrões da raça, sempre ocupando posição de destaque dentro da aristocracia felina, havendo apenas 17 exemplares Persa.

Após a I Guerra, a criação de Persa floresceu, porém a II Guerra quase exterminou os gatos da Grã-Bretanha. Ao longo dos anos a raça evoluiu em quantidade e as variações de cores foram gradualmente sendo estudadas e reconhecidas oficialmente pelas diferentes federações em todo o mundo.

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Curioso, tímido e excelente companheiro


Este curioso roedor e companheiro das crianças é uma ótima opção de animal de estimação. Com um temperamento sociável e de fácil manejo, o Porquinho-da-Índia é um pet que tem sucesso garantido.

Em relação a outros roedores, o Porquinho-da-Índia leva vantagem por ser mais lento e portanto mais fácil de ser encontrado e apanhado.

Embora aprecie uma sonequinha, o porquinho sempre estará disposto a um passeio ou brincadeira.

Ele se adapta bem ao ser humano se acostumado desde pequeno, aceitando bem o cativeiro. Raramente morde, a não ser que se sinta ameaçado.

O Porquinho-da-Índia se alimenta com comida de coelho em pelotas (peletizada), feno, ou capim, legumes (exceto o alface, que pode causar diarréia) e frutas frescas. Brócolis e couve-flor são legumes maravilhosos por causa da alta quantidade de vitamina C.

Comidas novas devem ser apresentadas aos poucos, uma de cada vez, para se ter certeza que o porquinho não terá uma reação ruim a elas.

O macho chega a pesar entre 1 kg e 1,2 kg e a medir 25 cm quando adulto. Já as fêmeas são mais leves, com aproximadamente 20 cm de comprimento e entre 800 e 900 g de peso.

O Porquinho-da-Índia vive, em média, quatro anos. Para o primeiro acasalamento, se recomenda que o macho tenha de três a quatro meses e as fêmeas de três a sete meses. Jamais depois de sete meses. O período de gestação é de 59 a 72 dias, sendo a média de 62 dias.

A fêmea do Porquinho-da-Índia tem, em média, de dois a três filhotes. O tamanho ao nascer é de 7,62cm. A idade ideal para o desmame é de 3 semanas.

Origem e História

Um erro de navegação é o responsável pelo nome Porquinho-da-Índia.

No século XVI, quando os navegadores espanhóis buscavam um novo caminho para as Índias, em busca de especiarias, aportaram por engano em terras sul-americanas, mais exatamente no atual Peru.

Após provarem "churrascos" de um certo animalzinho que os nativos conheciam por Cuí
(e assim o chamam até hoje por causa dos seus gritos curtos, semelhantes ao som emitido pelos porcos), simpatizaram com ele e o adotaram como mascote.

Voltaram para o velho continente com vários deles nas malas e um nome equivocado: Porquinho-da-Índia.

Logo após a chegada à Espanha, os "Porquinhos-da-Índia" peruanos se transformaram em moda e se espalharam por toda a Europa e o "Novo Mundo", não mais como alimentação, como eram e ainda são utilizados no Peru, mas como animais de estimação.

Michael Schleissner, um aficcionado criador alemão de Porquinhos há 32 anos, esclarece:
"Existe uma teoria de que tal nome lhe foi atribuído porque os navegantes (agora ingleses), ao retornarem da América do Sul trazendo o mascote predileto da Europa, paravam na Guiné, um país da costa africana. Ao saber da parada, as pessoas achavam que o bichinho vinha da Guiné, e não do Peru. E ele continua: "Outros atribuem o nome Porco-da-Guiné ao preço que era cobrado pelos marinheiros ingleses pelos bichinhos, um Guinea, uma moeda de ouro muito utilizada na época".

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O novo amigo da família

Esse simpático bichinho mexe com a imaginação das crianças. Tanto os antigos como os novos desenhos animados, sempre foram povoados por uma infinidade de personagens representados por carismáticos roedores. A criança que não pode ter uma dupla de esquilos traquinas em casa, nem camundongos que vivem fugindo dos gatos, acaba se encantando com o pequenino hamster.

Ainda não é comum encontrarmos hamsters como animais de estimação. Mas ele pode mostrar-se um companheiro meigo, engraçado e muito limpinho. Esses pequenos animais passam toda a sua vida dentro de uma gaiola, mas a permanência dentro de nossas casas é curta, vivendo aproximadamente dois anos.


Sua criação pode ser bastante simples. As lojas especializadas em animais de estimação oferecem gaiolas boas e baratas e, até uma gaiola de pássaro pode servir para acomodá-lo. Sua alimentação é prática, pois existe ração própria e é aconselhável oferecer frutas e legumes. A maioria dos animais domésticos precisa de cuidados diários, mas os hamsters não, eles podem ser deixados sozinhos por até três dias. Um dos lados positivos desse bichinho, além de ser brincalhão, é o fato dele nascer praticamente domesticado e necessitar de pouco treino para se tornar amigável.


Em geral, os hamsters não gostam que mexam em suas coisas e de serem incomodados. A regra mais importante para a criação desse companheiro é manter apenas um animal por gaiola. Pode acontecer uma convivência pacífica entre dois jovens do mesmo sexo, desde que respeitadas certas condições como amplo espaço para ambos, esconderijo e muita comida. Os machos se toleram melhor do que as fêmeas, mas pode haver disputa por comida e território. Mesmo os casais mais mansos podem brigar até a morte se deixados sozinhos.


Mas, cuidado! Os hamsters devem ser sempre vigiados quando estão fora da gaiola porque podem se esconder e aí, fica muito difícil de encontrá-los. Como roedores, não precisam de vacinação e nem de cuidados especiais. Não costumam transmitir doenças como muitos pensam. Somente a sua mordida costuma ser muito dolorida. Cuide-se!


Os hamsters são, em geral, animais de hábitos noturnos. Eles dormem a maior parte do dia e preferem brincar quando a gaiola está praticamente no escuro.
Tanto a gestação quanto o desmame duram 16 dias. Cada cria dá em média, 10 filhotes. A partir de dois meses de idade, os filhotes já sabem onde fazer suas necessidades.
Enfim, para que o hamster se sinta feliz, ele precisa ter a gaiola sempre limpa, boa alimentação, muito espaço com esconderijos e água, mais para tomar banho do que para beber. Com certeza, esse animal pode ser um prático e simpático companheiro para toda à família.
Origem e história
O seu nome deriva da palavra alemã "Hamstern", que significa apropriar-se de, apossar-se de alguma coisa. Esta é uma provável referência ao hábito de guardar alimentos em duas bolsas faciais (bochechas).

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Graciosos, são um verdadeiro encanto

Entre os roedores, o coelho é o animal de estimação mais querido. A graça está justamente na sua aparência. Isto, sem dúvida, é o maior atrativo dos coelhos. O seu corpo felpudinho, suas longas orelhas e seu olhar doce fazem com que este roedor se torne meigo e encantador. Sem contar o nariz que remexe!

Além disto, o preço acessível, a manutenção pouco trabalhosa e de baixo custo, e a ausência total de cheiro na pele e no pêlo contribuem para a escolha deste bichinho como pet.

De temperamento calmo, nada barulhento, o coelho é sociável, dócil, interativo e disposto a brincadeiras. Ele mesmo cuida eficazmente da sua higiene. Para se ambientar ao novo lar, o coelho deve ser solto regularmente por alguns instantes durante o primeiro mês.

Existem diversas raças de coelho, como o Nova Zelândia, Califórnia, Chinchila, Azul de Viena, Borboleta, Prateado Champanhe, Rex e o mais exótico, o Angorá. Há ainda o coelho anão e o de orelhas caídas, normalmente encontrados como mutações do Nova Zelândia e Califórnia, porém existente também nas demais raças.

A sua alimentação deve ser ração peletizada, específica para coelhos. Todos os dias o coelho deve comer folhas de beterraba, rabanete, chicória, almeirão e couve-flor. Alface, nem pensar! Pode causar diarréia. É claro que os coelhos adoram cenoura, mas por engordar, o melhor é alternar os dias.

O coelho deve ser mantido em gaiola específica, sempre com o local fresco e protegido de correntes de ar. A cada quinze dias a instalação e os utensílios devem ser desinfectados.
Reprodução
O ideal é que o macho só comece a reproduzir a partir dos cinco meses de idade e a fêmea a partir dos quatro. Os coelhos reproduzem o ano todo, mas a fase mais fértil ocorre na primavera. Eles devem acasalar quase instantaneamente. Por garantia, deixe-os juntos por dois dias e, depois, separe-os. Ela dará a cria em cerca de 30 dias. Após o nascimento, verifique o ninho diariamente para checar se todos os filhotes estão vivos e juntinhos um ao outro, para que se esquentem. Caso não estejam, o melhor é reuni-los. Quando estiverem com 30 dias de idade, retire o ninho. Aos 40 dias de vida, já estarão desmamados e podem ser separados da mãe. Ela também já estará pronta para uma nova gestação.
Cuidados especiais:

1) Coelho não toma banho e nem deve ser molhado, pois provavelmente algum fungo se desenvolverá.
2) Só deixe macho junto com fêmea quando quiser que reproduzam. Do contrário, ele tentará acasalar o tempo todo, e o casal pode brigar ou se reproduzir em demasia.
3) Caso, em alguns momentos do dia, o Coelho seja solto dentro de casa ou no jardim, fique atento para que não roa objetos ou plantas.
4) Não carregue o Coelho pelas orelhas, pois pode causar distensões ou mesmo fraturas.
Origem e História
O coelho selvagem, digno ascendente do coelho doméstico, chegou ao continente europeu pelas mãos dos espanhóis vindos do norte de África. Ao longo dos séculos as características domésticas foram sendo apuradas (pensa-se que os monges foram os responsáveis) contando-se atualmente mais de 50 raças domésticas.

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