sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Um cão com alta popularidade


Esse amistoso amigo do homem, o Labrador, tem em seu temperamento a necessidade de companhia, principalmente a de seu dono. No contato com crianças ele é perfeito, pois não é agressivo e adora brincadeiras. Ele é um retriever, que em inglês significa recuperador, numa alusão à sua função em caçadas. Provavelmente ele vai trazer até você objetos que encontrar no seu quintal ou dentro de sua casa. Por fala nisso, adora brincadeiras de pegas os objetos atirados pelos donos.

O Labrador tem características de autêntico retriever (cão que busca aves abatidas). Porém, devido ao seu grande porte físico, pode participar de caçadas a animais maiores. Ele é um cão de temperamento fantástico, com faro apurado, grande nadador, extremamente inteligente e capacitado a desempenhar tarefas complexas como nos serviços de guia de cegos e nos trabalhos de busca e resgate, tornando-se ainda muito popular e querido como cão de companhia na família.


Origem e História

Apesar do que é sugerido pelo nome, as raízes da raça não se encontram em Labrador e sim na Terra Nova, uma região fria e inóspita e desabitada do Canadá, descoberta por John Cabot no século XV. O potencial pesqueiro da Terra Nova ficou logo evidente e por volta de 1450-1458 frotas pesqueiras inglesas já estavam trabalhando na costa.

Os pescadores acabaram se fixando na região e surge a questão se teriam eles levado consigo os cães da Inglaterra, ou encontrado no novo país um cão que podia ser treinado como auxiliar. Há registros de que os pescadores que usavam embarcações menores e movidas a remos mantinham sempre um cão a bordo, menor do que o terra-nova, de pelagem mais curta e densa, e capaz de mergulhar nas gélidas águas para recolher o peixe que escapara das redes.
Eles eram apreciados por sua vontade de nadar e por seu pêlo ser repelente a água e curto, o que dificultava a formação de gelo quando ele saia da água. Esses animais eram na grande maioria pretos, algumas vezes amarelos e raramente chocolate.

No começo do século XIX o 2º Conde de Malmesbury viu um desses cães que teria sido levado para a Inglaterra por pescadores e imediatamente importou alguns. Em torno de 1830, existia um considerável comércio entre Terranova e o porto de Poole. Assim sendo, outras importações foram feitas pelo 3º Conde de Malmesbury em meados do século XIX.


Mais tarde, entre 1865 e 1889, o Lorde Malmesbury, Mr. C. J. Radclyffe, Mr. Montague Guest e o Lorde Winborne compraram muitos cães negros importados de Terranova por um vendedor ambulante dono de uma escuna que fazia o percurso entre Terranova e Poole. Nessas importações está a origem do Labrador Retriever e não ficou claro quem primeiro atribuiu o nome pois antes os cães eram chamados de St. Jonh's.

Atualmente as cores aceitas são sólidas em preto, amarelo ou marrom-chocolate, sendo que os amarelos vão do creme claro ao vermelho (da raposa). Pequena mancha branca no peito é permitida. A pelagem é dupla, curta, densa, sem ondulações ou franjas e áspera ao toque.

Labradores podem latir como aviso, quando notarem algo que lhes pareça estranho, mas não agirão de modo agressivo. Entretanto, a característica que os distinguem mais acentuadamente das outras raças é seu amor pela água. Tendo a chance de nadar, o Labrador vence os obstáculos com destreza, e se dedica a esta atividade com muito prazer. Uma de suas principais características físicas é a pelagem. Os pêlos do Labrador estão dispostos em duas camadas: uma macia, por baixo, que o mantém quente e seco dentro da água, e uma outra, mais dura, que fica por fora e o ajuda a repelir a água. A cor da pelagem do Labrador é sólida, podendo ser preta, amarela (creme claro ao vermelho da raposa) ou marrom (fígado/chocolate). É comum encontrar cães com pequenas manchas brancas no peito.

Sendo um cão de grande porte, o Labrador pode apresentar displasia coxo-femural, uma alteração física na articulação entre o fêmur e a bacia do cão. Esta doença causa problemas de locomoção, dor e incômodo ao animal. Como forma de evitar reprodutores que possam transmitir esta condição clínica aos filhotes, todos os exemplares da raça devem ser ra

diografados. Outros problemas relacionados às características físicas desta raça são os articulares.
inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Linda e majestosa

A Calopsita é bonita, fácil de criar e muito calma. Se acostumada desde filhote, aprende a comer na mão e a assobiar. Muitas gracinhas e surpresas ela pode lhe oferecer. Não incomoda seus donos nem os moradores ao redor, ela não gosta de estardalhaços. Sua beleza encanta os lares. Mede cerca de 30 cm, come pouco, vive muito e deve tomar sol de manhã.

Adora se alimentar de sementes e frutos no chão e no topo das árvores como as outras aves da sua espécie. A alimentação das Calopsitas deve ser composta de 20% de alpiste, 50% de painço, 15% de arroz com casca, 10% de aveia e 5% de girassol.

Pode-se oferecer ração para cães, frutas e legumes em pedaços além de verduras como couve, almeirão, espinafre pelo menos duas a três vezes por semana. Em dias alternados, oferecer milho verde, mas se houver filhotes, passar a oferecer todos os dias. Os ossos de siba também não devem ser esquecidos.

A Calopsita é atraente por causa da sua crista que é diferente entre machos e fêmeas. A dos machos costuma ser amarela, com a cabeça amarela e na fêmea costuma ser cinza amarelada e a cabeça cinza. Outra característica é uma mancha vermelha circular nas laterais da face, mas são sempre mais suaves nas fêmeas.

São inúmeras as cores das Calopsitas. Muitas delas surgiram a partir da fixação de mutações feitas pelos criadores. As que são encontradas na natureza, têm o corpo cinza com a borda das asas brancas. Estas são consideradas as originais.

As outras cores são arlequim, canela, cara branca, fulvo, lutino, pérola, prata recessivo, prata dominante.

Reprodução

A reprodução poderá ser feita a partir de 12 meses durante todo o ano, mas é aconselhável tirar apenas duas ou tres ninhadas por ano. Tem uma postura de quatro a sete ovos com incubação de 17 a 22 dias. Os filhotes devem ser separados dos pais com oito semanas de vida.

Já na natureza, costuma se reproduzir nas épocas de chuvas, até porque os alimentos aparecem mais fartamente. Procura geralmente um eucalipto que esteja próximo a água e faz seu ninho em algum buraco já existente na árvore.

cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Uma vistosa ave que cativa


A cacatua é uma ave exótica capaz de imitar a fala humana e fazer acrobacias. Muito ativa e elegante, ela está a cada dia conquistando espaço como companheira de estimação.

O que verdadeiramente faz da cacatua uma espécie diferente é a sua crista charmosa e imponente. De grande porte (pode chegar a 70cm!), esta ave necessita de espaço, e os gaiolões individuais podem ser uma boa alternativa. A crista é erguida ou abaixada quando a ave está excitada ou alarmada. Em algumas, a plumagem é especialmente vistosa.

A cacatua deve sempre se manter ocupada com coisas para bicar e mastigar, como poleiros e brinquedos de madeira, ossos de couro de boi e alimentos de "difícil acesso", como nozes, sementes, castanhas, vagens entre outros.

É aconselhável se ter um casal. Se for mais de um par, devem ser mantidos distantes, pois costumam se agredir causando ferimentos e até a morte.

Dependendo da espécie, a cacatua pode ter mais facilidade em aprender a falar, a ser barulhenta e há aquelas que são mais apegadas ao dono que não admitem ser manipuladas por outras pessoas.

Algumas espécies se alimentam exclusivamente nas árvores e outras também no chão. Costumam comer sementes, frutas, verduras e legumes. Por dia, esta ave deve comer de 150 a 200g de mistura composta de girassol (10%), milho verde cru (40%) e grãos (50%) e mais 150 a 200g de frutas com casca, verduras com o talo (excluir alface que causa diarréia) e legumes, tudo sempre picado.

                
Acrescentar ração industrializada canina (20g), três vezes por semana também faz parte da alimentação. Na procriação, a cacatua deve comer semente e grão germinados, que têm mais vitaminas.

A cacatua faz seu ninho nos ocos das árvores. Por adorar água, tem o hábito de bater as asas durante a chuva ou esvoaçar entre a folhagem molhada depois da tempestade. Emite um peculiar silvo quando contente ou ameaçada.

Se tratada com os devidos cuidados pode viver muito. Chega a durar de 40 a 80 anos. Por isso, antes de comprar, lembre-se que a escolhida poderá passar o resto da vida em sua companhia.

A partir dos quatro anos a cacatua está pronta para a reprodução que acontece em geral, de outubro a março. Ela põe de dois a cinco ovos por postura e os incuba por cerca de 30 dias. O macho ajuda a chocar e a alimentar os filhotes.

Os filhotes comem sozinhos a partir dos quatro meses, em média. Alimentá-los na mão a cada 2 horas é bom para torná-los mansos.

As instalações devem sempre estar limpas pois a cacatua é propensa a doenças respiratórias. As correntes de ar precisam ser evitadas.

Importação: é preciso licença do país exportador e do Ibama (tel.: (061)316-1169, Divisão de Fauna e Flora, Brasília).

Origem e História




Na Europa e especialmente nos EUA, onde a cacatua é reproduzida em cativeiro há anos, já se tornou bem popular, sendo os norte-americanos um dos maiores exportadores. Nestes países, há brinquedos e gaiolonas sofisticadas especialmente fabricadas para ela, diversas publicações e vídeos sobre sua criação que ensinam a amansá-la e a fazer truques como andar de patins, pegar objetos etc.
No Brasil, o fenômeno Cacatua ainda não decolou. A reprodução é obtida apenas por alguns criadores e zoológicos. As disponíveis nas lojas comumente são importadas. Muitas delas vêm de criadouros estrangeiros, onde se procria a maioria das espécies. As pegas na natureza (Indonésia e Austrália) são controladas por legislação protecionista.

O nome Cacatua vem do malaio Kakatua, que significa Papagaio Grande (em inglês, Cockatoo), pois o porte dela pode atingir de 30 a 70 cm de comprimento.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

Sociável e brincalhão essa raça ainda é pouco conhecida no Brasil

O Abissínio apresenta um temperamento extremamente sociável. É brincalhão e curioso. Apegado ao dono, mas sem ser tão dependente como o Persa, pode ficar horas procurando entretenimento na casa, como subir nos móveis, cortinas e armários e, brincar om objetos e bolas oferecidos pelo seu dono.


Esse Pet é um gato extremamente resistente e precisa apenas dos cuidados básicos, como vermifugação e vacinação. A pelagem é curta e fácil de cuidar. Bastam escovações regulares. Esta raça apresenta uma marcação da pelagem chamada ticking. Tal marcação se caracteriza pela presença de duas ou mais pequenas faixas, com tonalidade mais escura, na ponta de cada pêlo. Raramente os gatos desta raça necessitam de banhos.


Origem e História


Este felino de pêlo curto, originário da antiga região da Abissínia (atual Etiópia), chegou à Europa por volta de 1800, levado por viajantes que retornavam das colônias inglesas na África. Desde aquela época o Abissínio se manteve quase inalterado no que diz respeito à sua constituição física, com seu porte levemente robusto e ligeiramente longilíneo. Sua aparência chega a ser a de um gato selvagem, fato que o torna muito atraente em todo o mundo.

No Brasil, não é uma das raças mais populares, apesar de no estado do Rio de Janeiro possuir bons e destacados criadores de Abissínio. Em outros países a situação é um pouco diferente. Nos EUA e na Inglaterra existem clubes de criação representativos que congregam até centenas de criadores. Estes se encarregam do trabalho de criação e divulgação da raça.


O Abissínio é um gato médio, de aparência majestosa. Seu pêlo é curto do tipo exótico (foreign). Os machos são proporcionalmente maiores que as fêmeas. As fêmeas têm ossos mais delgados e são habitualmente mais ativas do que os machos.


A pelagem é iridescente, refletindo uma tonalidade quente e dando a impressão de riqueza de cores. O padrão da pelagem é geneticamente agouti, com ticado profundamente escuro e parelho, contrastando com bandas de cor mais clara e produzindo, assim, um efeito translúcido.



inicio l quem somos l cadastre-se l contato Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

Acará-Disco: Um peixe sensível e exótico

O Acará-disco é um peixe de água doce de temperamento pacífico, tímido, além de ser delicado. Deve ser mantido em aquários sem outras espécies, pois não aceitam agressões.

A temperatura deve permanecer entre 28 e 32º C. Além disso, o Acará-disco dá preferência a alimentos vivos (dáfnias e larvas de mosquito) em sua dieta. Por isso, costuma-se dizer que esta é uma espécie mais indicada para aquaristas experientes.
natureza, vive na região amazônica e chega a medir 15 cm. O Acará-disco é exigente. Não tolera ambiente poluído e requer condições do seu meio semelhantes às de seu habitat.

Uma outra característica peculiar do Acará-disco é o cuidado com sua prole. Após a postura e fertilização dos ovos, pai e mãe se revezam "abanando" os ovos para evitar o surgimento de fungos e defender os alevinos. Ao nascerem, se juntam ao corpo dos pais onde encontram uma secreção leitosa que serve para alimentá-los.

A reprodução não acontece com muita facilidade em aquários e o dimorfismo sexual, isto é, a diferenciação entre machos e fêmeas, é de difícil identificação.


Sua coloração é bastante variada. Apresenta tons de azul, turquesa e marrom. Também se notam diferentes padrões de listras e cores nos olhos.

Na

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Um peixe pacífico e muito bonito

O peixe Espada é muito conhecido por sua cauda longa e pontiaguda além da sua coloração vermelha. Quase todo mundo já viu ou criou uma deles. Em grego o nome Xiphophorus, significa portador de espadas. Porém, este nome não se deve, como muitos acreditam, à cauda do macho, que possui um prolongamento inferior com a forma de uma espada, mas sim, ao formato do gonopódio, seu órgão copulador, que é sustentado por uma dobra de pele em forma de bainha.
Esta espécie, a Xiphophorus Helleri, originária da América Central, tem comportamento pacífico, porém dependendo do seu habitat, os machos podem se tornar agressivos. Eles vivem em temperaturas em torno de 25º e nunca devem ser mantidos em temperaturas abaixo de 20º pois podem adoecer e se alimentar pouco.
Para cada macho deve haver três fêmeas. Eles adoram correr atrás delas e " dar uma namoradinha " e com isso as fêmeas acabam se estressando. O macho difere da fêmea por ter um raio inferior na cauda, que lembra a lâmina de uma espada, já a fêmea de coloração menos intensa tem a cauda em forma de leque e é maior do que o macho. No cativeiro o macho pode atingir 8 cm e a fêmea 10 cm.
A alimentação do peixe espada não é muito exigente. Basta uma boa ração. Pode viver de 2 a 3 anos. É bom que se mantenha o aquário tampado, pois o Espada é um excelente saltador.

REPRODUÇÃO

O Espada é vivíparo, ou seja, se reproduz através de fecundação interna (cópula). Os alevinos (filhotes) já nascem com a forma adulta, só que menores. A reprodução em aquários, permitiu se obter uma variedade bastante diversificada tais como: Espada Negro, o vermelho sangue, o Albino, o Wagtail (de nadadeiras pretas), o Tuxedo (com manchas negras por todo o corpo) e vários outros tipos, que além da diversificação da cor, possuem a cauda em forma de lira ou véu.
É fácil saber quando a fêmea engravidou, pois quando isto ocorre, ela apresenta uma grande mancha negra na base do oviduto. Também um pouco antes de nascerem pode-se ver os olhos dos alevinos através da fina parede abdominal. A fêmea depois de grávida, dará cria em 40 dias, em torno de 50 a 100 alevinos. Apos o parto, os filhotes irão se refugiar para escaparem de serem devorados pelos pais.
 
CURIOSIDADES

Alguns aquaristas e cientistas, já observaram o fenômeno da mudança de sexo na fêmea do Espada. Certas fêmeas, depois de algum tempo de vida, quando os ovários param de funcionar, têm a nadadeira anal transformada em gonopódio, ou seja, a cauda começa a se desenvolver na famosa espada masculina. No entanto esta teoria é rejeitada por alguns estudiosos, visto que o macho leva muito tempo para atingir a maturidade e desenvolver as características sexuais secundárias.

 Neste período antes do desenvolvimento o macho tem o corpo roliço como as fêmeas adultas, resultando para este grupo de estudiosos essa teoria enganosa de "mudança de sexo".

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

O caráter em primeiro lugar

O Briard é um cão pastor de grandes habilidades como obediência, versatilidade, inteligência e lealdade. Também é utilizado como rastreador e cão de caça.

Ele é tão admirável que é carinhosamente chamado de "um coração envolto em pelo". Mas, definitivamente, o Briard não é para qualquer lar e dono. O caráter, marca registrada da raça, só consegue ser trabalhado adequadamente com o empenho e dedicação do seu dono.

É sempre leal e afetuoso com aqueles que ama. Já com estranhos, é por natureza reservado.


A sua pelagem necessita de cuidados especiais já que é longa, com pêlo grosso, duro e seco. As cores são preto, variações de cinza, variações de fulvo e qualquer cor uniforme, exceto o branco.

                          Origem e História


O Briard é uma raça de cães de trabalho francesa muito antiga, ilustrada em tapeçarias do século VIII e mencionada em documentos dos séculos XII, XIV e XVI. Eram usados antigamente para proteger a propriedade e mantimentos dos lobos e caçadores e depois no pastoreio de ovelhas, mantendo-as dentro das pastagens das propriedades sem cerca.

Os Briards não são necessariamente oriundos da Província de Brie como sugere o nome. Muitas autoridades alegam que o nome "Chien de Brie" (Cão de Brie) é uma distorção do nome "Chien d' Aubry" (Cão de Aubry), pois uma estória conta que Aubry de Montdidier construiu, no século XIV, uma catedral em memória ao seu valioso cão (um suposto Briard) que salvou a vida de seu filho.


O 1º padrão para a raça foi escrito em 1897 por um clube de criadores de cães pastores.


Na guerra foram inigualáveis acompanhando patrulhas, carregando comida, suprimentos e até munição para o front. Relatos do corpo médico dizem que os Briards conduziam a corporação até os feridos no campo de batalha.

Copyright© 2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

Um peixe para lá de exótico

O cavalo marinho é uma espécie de peixe muito curiosa e, no mínimo, exótica. Todos, algum dia, já pararam em frente a um aquário para admirar este peixe. Ele faz um grande sucesso, não só pela sua aparência, mas também pela maneira como nada.

Seu corpo é coberto por placas dérmicas que servem de proteção contra os inimigos. Ele se mantém na posição vertical, utiliza a barbatana dorsal como único meio de propulsão.


Sua capacidade natatória é bastante limitada por isso vive em águas calmas e abrigadas, como estuários, onde existem algas e plantas marinhas. Neste ambiente, o cavalo marinho pode se enrolar mantendo-se imóvel.

Podem ser colocados em pequenos aquários com corais ou objetos que eles possam se prender. Bons companheiros para o cavalo marinho são peixes pequenos e lentos.

O cavalo marinho se alimenta de pequenos moluscos, vermes, crustáceos e plâncton que são sugados através do seu focinho tubular. No aquário ele se alimente de artêmia salina e dáfnias. Alimentos que não se movimentam não serão comidos já que ele não tem costume de ir buscar alimento. Ele come o que estiver passando por ele.

Quanto à sua reprodução, há um aspecto interessante: os ovos são depositados numa bolsa ventral do macho. Após uma parada nupcial, a fêmea deposita os ovos nesta bolsa para então serem incubados, nascendo os juvenis completamente formados, já muito semelhantes aos adultos.
Origem
A sua área de distribuição inclui o Atlântico (das Canárias ao Mar do Norte) e Mediterrâneo.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000/2001 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

sábado, 8 de outubro de 2011

ele parece, mas ele não é




Um Siamês de pêlo longo. É assim que o Balinês é conhecido. De vistosa elegância e corpo esbelto, não é tão brincalhão como os Siameses, porém é afetuoso e menos orgulhos.

Os olhos amendoados são cor azul-safira; a cauda longa e esguia. A única diferença com relação à pelagem está no comprimento. Ela é mais longa, fina e sedosa, ligeiramente ondulada nas partes onde é mais comprida.

Como companheiro, destaca-se por ser alegre e carinhoso. O que não falta a este gato é energia e vontade de brincar. Pula, escala postes e se diverte com brinquedinhos. Os Balineses são superativos e adoram trazer objetos aos seus donos.


O Balinês tem a voz mais suave e mia menos do que os Siameses. Outro atrativo neste gato é a facilidade em se adaptar num ambiente onde tenha outros animais.

Origem e História

Há registros de que os primeiros Balineses apareceram na década de 20, nos EUA. Como ambos os pais desses Balineses eram Siameses e tinham, portanto, os pêlos curtos, atribuiu-se o nascimento de filhotes com pêlos mais longos a uma mutação. Tanto que esses gatos eram registrados na ocasião como Siameses de pêlo longo.

Com o tempo, no entanto, passou-se a acreditar que o Balinês herdou essa pelagem mais comprida de um ancestral de pêlos longos. Mesmo porque, na época em que surgiram esses filhotes de pêlos mais longos, havia criadores cruzando Siameses com gatos de pêlo longo, com o objetivo de produzir uma raça peluda, com as mesmas marcações do Siamês, mas com o corpo bem encorpado, o oposto do Balinês.
Isso certamente gerou gatos com aparência de Siameses, inclusive com os pêlos curtos, mas portadores de genes de gatos de pêlos longos.



Na década de 40, a criadora americana Helen Smith iniciou um trabalho para tentar o reconhecimento do Balinês como raça. Foi Helen quem lhe deu o nome de Balinês, em homenagem aos movimentos graciosos e linhas esbeltas, que a faziam lembrar os dançarinos da ilha de Bali. O reconhecimento oficial veio em 1970 pela CFA, graças também aos esforços da criadora ameri-cana de Siamês, Sylvia Holland, do gatil Holland's Farm.

No final do século passado, os Siameses tinham formas mais arredondadas que o desejado pelo padrão atual. Os americanos iniciaram um processo de refinamento das linhas dos Siameses por volta de 1900, tornando-os bem mais esbeltos.

Com o início da criação dos Balineses, esse trabalho se estendeu à nova raça, o que ocorreu ao redor de 1940, já que a mesma descendia dos Siameses mais arredondados.

No entanto, até hoje existem tanto Siameses quanto Balineses com os dois tipos de estrutura física, mas os que se destacam nas exposições são os mais longilíneos.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato Copyright© 2000/2001 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A menor das araras corre risco de extinção

A Ararinha Azul é a menor arara brasileira existente. Sua beleza, o pequeno tamanho, menos de 60 cm, e a capacidade de imitar a voz humana, atraem os traficantes de pássaros. Atualmente, é a ave que corre mais risco de extinção dentro de nossa fauna.

Outro fator que acelerou o processo de extinção da espécie foi o fato de,
no momento da captura centenas de ovos e ninhos serem destruídos.
Um exemplar da Ararinha Azul chega a custar no mercado negro cerca
de U$ 100.000,00.

As décadas de 70 e 80 foram as mais críticas para a espécie, num período em que o tráfico atuava fortemente para fora do Brasil. Atualmente existem 68 exemplares da Ararinha Azul no mundo. Destes, apenas seis podem ser encontrados no Brasil, sendo que dois estão em exposição no Zoológico de São Paulo.

As Ararinhas Azuis podem viver até 25 anos, mas as encontradas na natureza não atingiram nem a metade da idade média. Em cativeiro, o recorde máximo de sobrevivência foi cerca de 32 anos.

Essa ave se alimenta de elementos encontrados na natureza. É herbívora, mas em cativeiro come ração especial que possui todos os elementos necessários para a sua sobrevida.

De constituição frágil, as Araras Azuis sofrem com as longas viagens a que são submetidas, geralmente em péssimas condições de transporte, levando-as muitas vezes à morte. Além disso, o cativeiro não oferece condições adequadas.

Não há mais nenhum espécime da Ararinha Azul na natureza. Todas as existentes no mundo estão em cativeiro. A Ararinha Azul é uma espécie predominantemente brasileira e seu habitat natural é a região de Curaçá, no extremo norte da Bahia, ao sul do rio São Francisco.


O habitat natural são as áreas úmidas do sertão, onde riachos temporários permitem a existência de árvores mais altas, característica típica da região de Curaçá.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

sábado, 1 de outubro de 2011

Sua popularidade aumentou graças ao filme de "Walt Disney"

A popularidade desse amiguinho de estimação surgiu após o empurrãozinho de Walt Disney, com o filme "Os 101 Dálmatas", a partir da obra homônima de Dodie Smith (atualmente foi feito a continuidade com o filme 102 Dálmatas, que aumentou ainda a popularidade da raça), lançada em 1961. No filme, a vilã cobiça a maravilhosa pelagem branca enfeitada pelas pintas escuras para fazer um casaco.


Mas, esse amiguinho tem muitos outros atrativos que fascinam seus donos. É um cão extremamente ativo, brincalhão e raramente é agressivo. Além disso, é especialmente dedicado ao dono, dócil e amoroso. Normalmente essa raça vive muitos anos e é muito irrequieto durante a juventude.


Esse bonito cão foi criado para correr ao lado de cavalos e de carruagens, por esse motivo tem necessidade de fazer muito exercício. Os Dálmatas só se sentem felizes se podem viver em liberdade perto do campo e com amplo espaço para correr e se exercitar.


Origem e História


Alguns entusiastas reivindicam evidências de que tenha originado no Egito antigo onde aparece em imagens sobre os túmulos dos faraós. Outros defendem que tenha surgido na Dalmácia, região da Iugoslávia, afirmando que o nome da raça tem origem no nome da região.


Mas,ao que tudo indica, é uma raça muito mais antiga pois encontram-se ilustrações na Grécia e no Oriente mostrando animais idênticos ao atual, tanto na pelagem quanto na expressão. Numa obra datada de 1792, há descrição e desenho de um Dálmata com a seguinte legenda “Dálmata ou Cão de Coche”.


Contudo, parece cada vez mais aceitável a teoria que o Dálmata é proveniente do Reino Unido, país onde goza de grande popularidade, e onde existem grandes exemplares da raça, que têm sido exportados para todo o mundo.


Esse grande amigo, foi usado inicialmente para guardar estábulos e também como escolta das carruagens, correndo ao lado e atrás delas. Tornou-se mascote dos bombeiros americanos (resquício do tempo em que os caminhões de bombeiros eram puxados por cavalos)


Seja como for o Dálmata tornou-se um cão bastante popular na Europa trabalhando até em circos. Muito forte, musculoso e ativo, resistente e veloz, tem grande beleza e equilíbrio estético, e durante algum tempo, por seu bom olfato, foi usado como cão de caça, embora sem grande destaque.


Sua pelagem manchada é realmente muito elegante, com pêlos curtos, densos, finos, lisos e brilhantes. Existem dois tipos aceitáveis de manchas, as cor de fígado e as pretas, sempre sobre fundo branco puro. Na aparência geral é um cão forte, de linhas harmoniosas e simétricas, alegre, brincalhão, muito ativo, com expressão inteligente, tendo a cauda longa que vai chicoteando de lado a lado.


Ao contrário do que muitas pessoas afirmam, o Dálmata não é um cão feroz. A agressividade não faz parte do seu temperamento. Apesar do porte médio, o Dálmata não é cão de guarda.


A saúde do Dálmata é alvo de muitas especulações. Existem determinadas doenças que costumam acometer esta raça. entre elas estão: Displasia coxo-femural; Cálculos urinários; Atopia. Dentro dos cuidados especiais está o banho que deve ser dado regularmente. Outro diferencial é o fato de alguns animais dessa raça sofrerem de surdez





inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

sábado, 24 de setembro de 2011

A companheira do Papai Noel


Ao se falar em rena, logo se imagina o trenó do Papai Noel com as oito renas ajudando-o na sua árdua missão de distribuir brinquedos para os meninos de todo o mundo.

Uma das principais características das renas é a presença de chifres comuns aos machos e fêmeas. Este mamífero ruminante do hemisfério norte é a única espécie de cervídeos em que a fêmea também tem chifres. A estrutura, também chamada de armação, é constituída por um osso sem núcleo central e um revestimento córneo.


Um processo muito desgastante para o animal acontece anualmente. Por causa da secreção de hormônios sexuais, as armações caem, o diâmetro testicular aumenta e a musculatura do pescoço se desenvolve. Os chifres servem principalmente para exibição e como arma durante as competições dos machos pela posse das fêmeas. As renas podem ser animais muito agressivos, principalmente na época do acasalamento.


Vivendo em áreas temperadas, as renas estão acostumadas a migrar em busca de comida. São excelentes nadadoras sendo o chifre volumoso de grande utilidade para essa atividade, pois ajuda o animal a boiar.

Por tradição, os Lapões, povo nômade da atualidade, depende totalmente das manadas de renas que passeiam pela tundra ártica, pobre em pastagens. As renas, para sobreviverem, são forçadas a deslocações constantes em busca de alimento, sendo os Lapões obrigados a acompanhá-las.

Resistentes e sóbrias, as renas atingem 2,20m de comprimento, pesam cerca de 300 kg e vivem, em média, 15 anos. O período de gestação varia de 216 a 246 dias. As fêmeas domesticadas parem dois filhotes, as selvagens, um.


A fêmea tem sido caçada pelo homem nas estepes e nas florestas geladas desde a Idade da Pedra. Era a caça predileta dos Lapões, assim como o bisão era a dos índios americanos. O homem primitivo comia sua carne, usava sua gordura para produzir luz e dos seus ossos fazia lanças, flechas e ferramentas. As renas eram pintadas nas paredes das cavernas.


Posteriormente, com os primeiros rebanhos, o homem passou a beber o leite da rena. Mas esse animal nunca foi completamente domesticado. Mesmo hoje em dia ainda se encontram grandes bandos fechados desses animais na tundra. Quando o bando vai para pastagens mais viçosas, é conduzido pelos machos mais experientes. Mas, quando o bando chega, quem se encarrega da vigilância são as fêmeas mais velhas.


A rena é encontrada em estado selvagem na Sibéria, na Islândia e nas cadeias montanhosas da Escandinávia, da Lapônia e da Finlândia. A rena americana é conhecida como caribu.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

Cristado Chinês

Embora apresente referências divergentes, o cão da raça Cristado Chinês tanto pode ser pelado como peludo, o que, inclusive, poderá acontecer numa mesma ninhada.
O pelado apresenta essa característica no corpo, mas tem pêlos na cabeça, como um elegante topete, nas patas, como meias, e no rabo. Já o peludo é, efetivamente, muito peludo, dotado de uma dupla camada, de pêlos curtos e longos.
Em ambos, pelado e peludo, a pelagem poderá ter inúmeras cores, sendo que o pelado revela uma pele muito macia e sensível. É exatamente a falta de pêlos no corpo que aumenta a sua sensibilidade ao frio e ao calor, não sendo recomendada sua exposição ao sol.
Por ser o pelado menos resistente, os criadores recomendam que, na hora de cruzar, sejam utilizados exemplares com característica diferentes.
O objetivo, naturalmente, é dar equilíbrio à raça, fazendo prevalecer os melhores.
A origem do Cristado Chinês gera
polêmica, havendo registro de que descenderia de uma raça africana sem pêlos – o que, aliás, não teria nada a ver com seu nome.
Há referência, contudo, que seria originário da China. Ou da Europa. Quem sabe, das Américas! Há até mesmo quem compare a versão pelada do Cristado Chinês ao gato Sphynx, que é completamente pelado e cuja falta de pêlos é fruto de uma mutação espontânea, após o cruzamento entre raças diferentes.

No ano passado, esse aspecto meio esquisito do Cristado Chinês lhe garantiu notoriedade mundial. É que um exemplar (que seria misturado com Chihuahua) arrebatou o título concedido por um site de “o cão mais feio do mundo”.
Mas, fora isso, o Cristado Chinês é classificado como um cão alegre, de temperamento amistoso, companheiro para todas as horas, muito disposto para brincadeiras, além de excelente vigia. Na categoria toy, a altura do Cristado Chinês é de 28 a 33 cm nos machos e de 23 a 30 cm nas fêmeas, com peso de até 5 kg.

 


inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

Jabuti: aparência divertida e temperamento pacato

Ele é um bicho pré-histórico, quieto, porém muito dócil que se adapta à vida moderna. Rústicos e resistentes, os jabutis somam mais de 40 espécies em todo o mundo. Sua vida é levada com vagar. Adora ser afagado e todas as suas tarefas são demoradas. Cortar um grande pedaço de comida, cavar um bom buraco para enfiar a cabeça pode levar um bom tempo.

Quando sente a aproximação de um predador ou pressente algum perigo, põe as patas, cabeça e cauda dentro do casco, permanecendo inerte como se estivesse morto. Provavelmente, é o mais lento animal entre os vertebrados.

No Brasil duas espécies são originárias das florestas úmidas. Uma delas é a Geochelone carbonaria, conhecida como Jabutipiranga e a outra é a Geochelone denticulata também chamada de Jabutitinga.


Antes de descrevê-las, vale uma explicação simples. Qual é a diferença entre tartaruga, jabuti e cágado?
A tartaruga é uma espécie de réptil que vive somente na água marinha ou doce. Ela possui casco achatado e suas patas terminam afinadas, como se fossem nadadeiras. Existem, também, as espécies semi-aquáticas, chamadas de cágados.


jabuti finhote


O jabuti é uma espécie terrestre de réptil. Possui casco convexo, bem arqueado, e pernas grossas, que parecem réplicas miniaturizadas da dos elefantes.


Nativas do Brasil, a jabutipiranga e a jabutitinga diferem, basicamente, pela coloração das escamas.


A Jabutipiranga tem a carapaça relativamente alongada e as escamas da cabeça e das patas vermelhas. Chega a medir até 40 cm de comprimento e pesar de 6 a 12 Kg. Ocorre nas regiões Nordeste, Centro-oeste e Sudeste. Sua maturidade ocorre entre cinco e sete anos.


A
Jabutitinga possui coloração menos acentuada, em tons de amarelo. É de porte maior podendo atingir até 80 cm e habita originalmente a região amazônica.A maturidade sexual acontece por volta dos quatro anos. Você sabia que estes animais levam cinco horas para percorrer 1,5 Km?

Os Jabutis são animais onívoros, ou seja, se alimentam de substâncias animais e vegetais. Costumam comer carne, frutas doces, verduras e legumes. Possuem hábitos diurnos e gregários (vivem em bandos) e passam o tempo em busca de alimento, especialmente os de cores vermelhas e amarelas. Os jabutis não possuem dentes. No lugar deles, há uma placa óssea que funciona como uma lâmina.


jabuti piranga

Os recipientes de água e comida devem ser lavados todos os dias e as fezes devem ser retiradas pelo menos duas vezes por semana, senão, o jabuti pode comê-las.
Eles vivem, em média, 80 anos, mas alguns ultrapassam um século de vida. Depois de adultos, é praticamente impossível identificar a idade de um jabuti pela a aparência.

Uma das principais características destes répteis é o plastrão (escudo ventral). Nos machos ele é côncavo e nas fêmeas é convexo. Isso facilita o procedimento da cópula, de modo que o macho possa encaixar-se sobre a fêmea. Para isto, é importante que o macho seja maior do que a fêmea.


A partir dos seis anos eles já podem se reproduzir. Podem acasalar o ano todo, mas a desova das espécies nacionais normalmente ocorre entre agosto e novembro.
A fêmea bota os ovos cerca de dois meses depois da cópula. Têm-se observado posturas de seis ou sete ovos, porém alguns criadores mencionam posturas de 15 a 20 ovos. Os ovos devem ser transportados para a incubadora na mesma posição em que foram botados. A temperatura da incubadora deve ser de 28°C. A eclosão ocorre entre seis e nove meses.

Para os filhotes, deve haver sempre água fresca em recipiente raso, para o jabutizinho não correr o risco de se afogar. Não é necessário oferecer alimentos. Até completarem um mês de idade, eles se nutrem do violeto que fica reservado. Depois disso, já podem ser reunidos aos animais adultos.


É fundamental que o chão seja gramado e não de terra batida, muito menos de concreto ou de qualquer outro tipo de solo abrasivo. Isto para impedir que os animais provoquem atrito no plastrão. Além disso, os machos no período reprodutivo caminham encaixados sobre as fêmeas e tendem a pôr o pênis em contato com o solo, que se for abrasivo pode resultar em graves feridas.

Os jabutis passam longas horas tomando banho de sol, mas em seu viveiro há necessidade de locais com sombras, para eles controlarem a temperatura corporal.


Se forem mantidos em terrário, o comprimento do mesmo deve ser dez vezes o do jabuti e a largura, cinco. Pode-se substituir o sol por uma lâmpada UVB própria para répteis. Nesse caso, ela deve ficar acesa oito horas ao dia. Jardins também são indicados para criar jabutis, mas somente quando ele já tiver atingido cerca de 15 cm de diâmetro.


Não existem restrições legais para manter um jabuti, para a criação extensiva, entretanto é necessária a autorização do ibama.

História


No maior centro mundial de criação de animais de estimação, os Estados Unidos, o resultado da última pesquisa realizada pela American Pet Products Manufacturers Association detalha os dados: jabutis e tartarugas são os mascotes de 40% de todos os proprietários norte-americanos de répteis e anfíbios, percentual esse não atingido por nenhuma outra espécie e que soma o fabuloso número de 1.084.000.

O sucesso de jabutis e tartarugas como bichos de estimação gera, ao redor deles, um hobby dos mais estruturados. No mundo todo, há dezenas de entidades que congregam donos, criadores e demais entusiastas. Ainda que a grande maioria delas se dedique tanto a Jabutis como a tartarugas, a maior de todas - a Tortoise Trust International - dedica-se quase exclusivamente aos jabutis. Sediada na Inglaterra, foi fundada há 14 anos e tem cerca de quatro mil filiados, espalhados por mais de 30 países.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato Copyright© 2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved