sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Um cão com alta popularidade


Esse amistoso amigo do homem, o Labrador, tem em seu temperamento a necessidade de companhia, principalmente a de seu dono. No contato com crianças ele é perfeito, pois não é agressivo e adora brincadeiras. Ele é um retriever, que em inglês significa recuperador, numa alusão à sua função em caçadas. Provavelmente ele vai trazer até você objetos que encontrar no seu quintal ou dentro de sua casa. Por fala nisso, adora brincadeiras de pegas os objetos atirados pelos donos.

O Labrador tem características de autêntico retriever (cão que busca aves abatidas). Porém, devido ao seu grande porte físico, pode participar de caçadas a animais maiores. Ele é um cão de temperamento fantástico, com faro apurado, grande nadador, extremamente inteligente e capacitado a desempenhar tarefas complexas como nos serviços de guia de cegos e nos trabalhos de busca e resgate, tornando-se ainda muito popular e querido como cão de companhia na família.


Origem e História

Apesar do que é sugerido pelo nome, as raízes da raça não se encontram em Labrador e sim na Terra Nova, uma região fria e inóspita e desabitada do Canadá, descoberta por John Cabot no século XV. O potencial pesqueiro da Terra Nova ficou logo evidente e por volta de 1450-1458 frotas pesqueiras inglesas já estavam trabalhando na costa.

Os pescadores acabaram se fixando na região e surge a questão se teriam eles levado consigo os cães da Inglaterra, ou encontrado no novo país um cão que podia ser treinado como auxiliar. Há registros de que os pescadores que usavam embarcações menores e movidas a remos mantinham sempre um cão a bordo, menor do que o terra-nova, de pelagem mais curta e densa, e capaz de mergulhar nas gélidas águas para recolher o peixe que escapara das redes.
Eles eram apreciados por sua vontade de nadar e por seu pêlo ser repelente a água e curto, o que dificultava a formação de gelo quando ele saia da água. Esses animais eram na grande maioria pretos, algumas vezes amarelos e raramente chocolate.

No começo do século XIX o 2º Conde de Malmesbury viu um desses cães que teria sido levado para a Inglaterra por pescadores e imediatamente importou alguns. Em torno de 1830, existia um considerável comércio entre Terranova e o porto de Poole. Assim sendo, outras importações foram feitas pelo 3º Conde de Malmesbury em meados do século XIX.


Mais tarde, entre 1865 e 1889, o Lorde Malmesbury, Mr. C. J. Radclyffe, Mr. Montague Guest e o Lorde Winborne compraram muitos cães negros importados de Terranova por um vendedor ambulante dono de uma escuna que fazia o percurso entre Terranova e Poole. Nessas importações está a origem do Labrador Retriever e não ficou claro quem primeiro atribuiu o nome pois antes os cães eram chamados de St. Jonh's.

Atualmente as cores aceitas são sólidas em preto, amarelo ou marrom-chocolate, sendo que os amarelos vão do creme claro ao vermelho (da raposa). Pequena mancha branca no peito é permitida. A pelagem é dupla, curta, densa, sem ondulações ou franjas e áspera ao toque.

Labradores podem latir como aviso, quando notarem algo que lhes pareça estranho, mas não agirão de modo agressivo. Entretanto, a característica que os distinguem mais acentuadamente das outras raças é seu amor pela água. Tendo a chance de nadar, o Labrador vence os obstáculos com destreza, e se dedica a esta atividade com muito prazer. Uma de suas principais características físicas é a pelagem. Os pêlos do Labrador estão dispostos em duas camadas: uma macia, por baixo, que o mantém quente e seco dentro da água, e uma outra, mais dura, que fica por fora e o ajuda a repelir a água. A cor da pelagem do Labrador é sólida, podendo ser preta, amarela (creme claro ao vermelho da raposa) ou marrom (fígado/chocolate). É comum encontrar cães com pequenas manchas brancas no peito.

Sendo um cão de grande porte, o Labrador pode apresentar displasia coxo-femural, uma alteração física na articulação entre o fêmur e a bacia do cão. Esta doença causa problemas de locomoção, dor e incômodo ao animal. Como forma de evitar reprodutores que possam transmitir esta condição clínica aos filhotes, todos os exemplares da raça devem ser ra

diografados. Outros problemas relacionados às características físicas desta raça são os articulares.
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Linda e majestosa

A Calopsita é bonita, fácil de criar e muito calma. Se acostumada desde filhote, aprende a comer na mão e a assobiar. Muitas gracinhas e surpresas ela pode lhe oferecer. Não incomoda seus donos nem os moradores ao redor, ela não gosta de estardalhaços. Sua beleza encanta os lares. Mede cerca de 30 cm, come pouco, vive muito e deve tomar sol de manhã.

Adora se alimentar de sementes e frutos no chão e no topo das árvores como as outras aves da sua espécie. A alimentação das Calopsitas deve ser composta de 20% de alpiste, 50% de painço, 15% de arroz com casca, 10% de aveia e 5% de girassol.

Pode-se oferecer ração para cães, frutas e legumes em pedaços além de verduras como couve, almeirão, espinafre pelo menos duas a três vezes por semana. Em dias alternados, oferecer milho verde, mas se houver filhotes, passar a oferecer todos os dias. Os ossos de siba também não devem ser esquecidos.

A Calopsita é atraente por causa da sua crista que é diferente entre machos e fêmeas. A dos machos costuma ser amarela, com a cabeça amarela e na fêmea costuma ser cinza amarelada e a cabeça cinza. Outra característica é uma mancha vermelha circular nas laterais da face, mas são sempre mais suaves nas fêmeas.

São inúmeras as cores das Calopsitas. Muitas delas surgiram a partir da fixação de mutações feitas pelos criadores. As que são encontradas na natureza, têm o corpo cinza com a borda das asas brancas. Estas são consideradas as originais.

As outras cores são arlequim, canela, cara branca, fulvo, lutino, pérola, prata recessivo, prata dominante.

Reprodução

A reprodução poderá ser feita a partir de 12 meses durante todo o ano, mas é aconselhável tirar apenas duas ou tres ninhadas por ano. Tem uma postura de quatro a sete ovos com incubação de 17 a 22 dias. Os filhotes devem ser separados dos pais com oito semanas de vida.

Já na natureza, costuma se reproduzir nas épocas de chuvas, até porque os alimentos aparecem mais fartamente. Procura geralmente um eucalipto que esteja próximo a água e faz seu ninho em algum buraco já existente na árvore.

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Uma vistosa ave que cativa


A cacatua é uma ave exótica capaz de imitar a fala humana e fazer acrobacias. Muito ativa e elegante, ela está a cada dia conquistando espaço como companheira de estimação.

O que verdadeiramente faz da cacatua uma espécie diferente é a sua crista charmosa e imponente. De grande porte (pode chegar a 70cm!), esta ave necessita de espaço, e os gaiolões individuais podem ser uma boa alternativa. A crista é erguida ou abaixada quando a ave está excitada ou alarmada. Em algumas, a plumagem é especialmente vistosa.

A cacatua deve sempre se manter ocupada com coisas para bicar e mastigar, como poleiros e brinquedos de madeira, ossos de couro de boi e alimentos de "difícil acesso", como nozes, sementes, castanhas, vagens entre outros.

É aconselhável se ter um casal. Se for mais de um par, devem ser mantidos distantes, pois costumam se agredir causando ferimentos e até a morte.

Dependendo da espécie, a cacatua pode ter mais facilidade em aprender a falar, a ser barulhenta e há aquelas que são mais apegadas ao dono que não admitem ser manipuladas por outras pessoas.

Algumas espécies se alimentam exclusivamente nas árvores e outras também no chão. Costumam comer sementes, frutas, verduras e legumes. Por dia, esta ave deve comer de 150 a 200g de mistura composta de girassol (10%), milho verde cru (40%) e grãos (50%) e mais 150 a 200g de frutas com casca, verduras com o talo (excluir alface que causa diarréia) e legumes, tudo sempre picado.

                
Acrescentar ração industrializada canina (20g), três vezes por semana também faz parte da alimentação. Na procriação, a cacatua deve comer semente e grão germinados, que têm mais vitaminas.

A cacatua faz seu ninho nos ocos das árvores. Por adorar água, tem o hábito de bater as asas durante a chuva ou esvoaçar entre a folhagem molhada depois da tempestade. Emite um peculiar silvo quando contente ou ameaçada.

Se tratada com os devidos cuidados pode viver muito. Chega a durar de 40 a 80 anos. Por isso, antes de comprar, lembre-se que a escolhida poderá passar o resto da vida em sua companhia.

A partir dos quatro anos a cacatua está pronta para a reprodução que acontece em geral, de outubro a março. Ela põe de dois a cinco ovos por postura e os incuba por cerca de 30 dias. O macho ajuda a chocar e a alimentar os filhotes.

Os filhotes comem sozinhos a partir dos quatro meses, em média. Alimentá-los na mão a cada 2 horas é bom para torná-los mansos.

As instalações devem sempre estar limpas pois a cacatua é propensa a doenças respiratórias. As correntes de ar precisam ser evitadas.

Importação: é preciso licença do país exportador e do Ibama (tel.: (061)316-1169, Divisão de Fauna e Flora, Brasília).

Origem e História




Na Europa e especialmente nos EUA, onde a cacatua é reproduzida em cativeiro há anos, já se tornou bem popular, sendo os norte-americanos um dos maiores exportadores. Nestes países, há brinquedos e gaiolonas sofisticadas especialmente fabricadas para ela, diversas publicações e vídeos sobre sua criação que ensinam a amansá-la e a fazer truques como andar de patins, pegar objetos etc.
No Brasil, o fenômeno Cacatua ainda não decolou. A reprodução é obtida apenas por alguns criadores e zoológicos. As disponíveis nas lojas comumente são importadas. Muitas delas vêm de criadouros estrangeiros, onde se procria a maioria das espécies. As pegas na natureza (Indonésia e Austrália) são controladas por legislação protecionista.

O nome Cacatua vem do malaio Kakatua, que significa Papagaio Grande (em inglês, Cockatoo), pois o porte dela pode atingir de 30 a 70 cm de comprimento.

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Sociável e brincalhão essa raça ainda é pouco conhecida no Brasil

O Abissínio apresenta um temperamento extremamente sociável. É brincalhão e curioso. Apegado ao dono, mas sem ser tão dependente como o Persa, pode ficar horas procurando entretenimento na casa, como subir nos móveis, cortinas e armários e, brincar om objetos e bolas oferecidos pelo seu dono.


Esse Pet é um gato extremamente resistente e precisa apenas dos cuidados básicos, como vermifugação e vacinação. A pelagem é curta e fácil de cuidar. Bastam escovações regulares. Esta raça apresenta uma marcação da pelagem chamada ticking. Tal marcação se caracteriza pela presença de duas ou mais pequenas faixas, com tonalidade mais escura, na ponta de cada pêlo. Raramente os gatos desta raça necessitam de banhos.


Origem e História


Este felino de pêlo curto, originário da antiga região da Abissínia (atual Etiópia), chegou à Europa por volta de 1800, levado por viajantes que retornavam das colônias inglesas na África. Desde aquela época o Abissínio se manteve quase inalterado no que diz respeito à sua constituição física, com seu porte levemente robusto e ligeiramente longilíneo. Sua aparência chega a ser a de um gato selvagem, fato que o torna muito atraente em todo o mundo.

No Brasil, não é uma das raças mais populares, apesar de no estado do Rio de Janeiro possuir bons e destacados criadores de Abissínio. Em outros países a situação é um pouco diferente. Nos EUA e na Inglaterra existem clubes de criação representativos que congregam até centenas de criadores. Estes se encarregam do trabalho de criação e divulgação da raça.


O Abissínio é um gato médio, de aparência majestosa. Seu pêlo é curto do tipo exótico (foreign). Os machos são proporcionalmente maiores que as fêmeas. As fêmeas têm ossos mais delgados e são habitualmente mais ativas do que os machos.


A pelagem é iridescente, refletindo uma tonalidade quente e dando a impressão de riqueza de cores. O padrão da pelagem é geneticamente agouti, com ticado profundamente escuro e parelho, contrastando com bandas de cor mais clara e produzindo, assim, um efeito translúcido.



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Acará-Disco: Um peixe sensível e exótico

O Acará-disco é um peixe de água doce de temperamento pacífico, tímido, além de ser delicado. Deve ser mantido em aquários sem outras espécies, pois não aceitam agressões.

A temperatura deve permanecer entre 28 e 32º C. Além disso, o Acará-disco dá preferência a alimentos vivos (dáfnias e larvas de mosquito) em sua dieta. Por isso, costuma-se dizer que esta é uma espécie mais indicada para aquaristas experientes.
natureza, vive na região amazônica e chega a medir 15 cm. O Acará-disco é exigente. Não tolera ambiente poluído e requer condições do seu meio semelhantes às de seu habitat.

Uma outra característica peculiar do Acará-disco é o cuidado com sua prole. Após a postura e fertilização dos ovos, pai e mãe se revezam "abanando" os ovos para evitar o surgimento de fungos e defender os alevinos. Ao nascerem, se juntam ao corpo dos pais onde encontram uma secreção leitosa que serve para alimentá-los.

A reprodução não acontece com muita facilidade em aquários e o dimorfismo sexual, isto é, a diferenciação entre machos e fêmeas, é de difícil identificação.


Sua coloração é bastante variada. Apresenta tons de azul, turquesa e marrom. Também se notam diferentes padrões de listras e cores nos olhos.

Na

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