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segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Um peixe pacífico e muito bonito
O caráter em primeiro lugar
O Briard é um cão pastor de grandes habilidades como obediência, versatilidade, inteligência e lealdade. Também é utilizado como rastreador e cão de caça.Ele é tão admirável que é carinhosamente chamado de "um coração envolto em pelo". Mas, definitivamente, o Briard não é para qualquer lar e dono. O caráter, marca registrada da raça, só consegue ser trabalhado adequadamente com o empenho e dedicação do seu dono.
É sempre leal e afetuoso com aqueles que ama. Já com estranhos, é por natureza reservado.
A sua pelagem necessita de cuidados especiais já que é longa, com pêlo grosso, duro e seco. As cores são preto, variações de cinza, variações de fulvo e qualquer cor uniforme, exceto o branco.
Origem e História
O Briard é uma raça de cães de trabalho francesa muito antiga, ilustrada em tapeçarias do século VIII e mencionada em documentos dos séculos XII, XIV e XVI. Eram usados antigamente para proteger a propriedade e mantimentos dos lobos e caçadores e depois no pastoreio de ovelhas, mantendo-as dentro das pastagens das propriedades sem cerca.Os Briards não são necessariamente oriundos da Província de Brie como sugere o nome. Muitas autoridades alegam que o nome "Chien de Brie" (Cão de Brie) é uma distorção do nome "Chien d' Aubry" (Cão de Aubry), pois uma estória conta que Aubry de Montdidier construiu, no século XIV, uma catedral em memória ao seu valioso cão (um suposto Briard) que salvou a vida de seu filho.
O 1º padrão para a raça foi escrito em 1897 por um clube de criadores de cães pastores.

Na guerra foram inigualáveis acompanhando patrulhas, carregando comida, suprimentos e até munição para o front. Relatos do corpo médico dizem que os Briards conduziam a corporação até os feridos no campo de batalha.
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Um peixe para lá de exótico
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domingo, 9 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
ele parece, mas ele não é
Um Siamês de pêlo longo. É assim que o Balinês é conhecido. De vistosa elegância e corpo esbelto, não é tão brincalhão como os Siameses, porém é afetuoso e menos orgulhos. Os olhos amendoados são cor azul-safira; a cauda longa e esguia. A única diferença com relação à pelagem está no comprimento. Ela é mais longa, fina e sedosa, ligeiramente ondulada nas partes onde é mais comprida.
Como companheiro, destaca-se por ser alegre e carinhoso. O que não falta a este gato é energia e vontade de brincar. Pula, escala postes e se diverte com brinquedinhos. Os Balineses são superativos e adoram trazer objetos aos seus donos.
O Balinês tem a voz mais suave e mia menos do que os Siameses. Outro atrativo neste gato é a facilidade em se adaptar num ambiente onde tenha outros animais.
Origem e História
Há registros de que os primeiros Balineses apareceram na década de 20, nos EUA. Como ambos os pais desses Balineses eram Siameses e tinham, portanto, os pêlos curtos, atribuiu-se o nascimento de filhotes com pêlos mais longos a uma mutação. Tanto que esses gatos eram registrados na ocasião como Siameses de pêlo longo.
Com o tempo, no entanto, passou-se a acreditar que o Balinês herdou essa pelagem mais comprida de um ancestral de pêlos longos. Mesmo porque, na época em que surgiram esses filhotes de pêlos mais longos, havia criadores cruzando Siameses com gatos de pêlo longo, com o objetivo de produzir uma raça peluda, com as mesmas marcações do Siamês, mas com o corpo bem encorpado, o oposto do Balinês.
Isso certamente gerou gatos com aparência de Siameses, inclusive com os pêlos curtos, mas portadores de genes de gatos de pêlos longos.

Na década de 40, a criadora americana Helen Smith iniciou um trabalho para tentar o reconhecimento do Balinês como raça. Foi Helen quem lhe deu o nome de Balinês, em homenagem aos movimentos graciosos e linhas esbeltas, que a faziam lembrar os dançarinos da ilha de Bali. O reconhecimento oficial veio em 1970 pela CFA, graças também aos esforços da criadora ameri-cana de Siamês, Sylvia Holland, do gatil Holland's Farm.
Com o tempo, no entanto, passou-se a acreditar que o Balinês herdou essa pelagem mais comprida de um ancestral de pêlos longos. Mesmo porque, na época em que surgiram esses filhotes de pêlos mais longos, havia criadores cruzando Siameses com gatos de pêlo longo, com o objetivo de produzir uma raça peluda, com as mesmas marcações do Siamês, mas com o corpo bem encorpado, o oposto do Balinês.
Isso certamente gerou gatos com aparência de Siameses, inclusive com os pêlos curtos, mas portadores de genes de gatos de pêlos longos.

Na década de 40, a criadora americana Helen Smith iniciou um trabalho para tentar o reconhecimento do Balinês como raça. Foi Helen quem lhe deu o nome de Balinês, em homenagem aos movimentos graciosos e linhas esbeltas, que a faziam lembrar os dançarinos da ilha de Bali. O reconhecimento oficial veio em 1970 pela CFA, graças também aos esforços da criadora ameri-cana de Siamês, Sylvia Holland, do gatil Holland's Farm.
No final do século passado, os Siameses tinham formas mais arredondadas que o desejado pelo padrão atual. Os americanos iniciaram um processo de refinamento das linhas dos Siameses por volta de 1900, tornando-os bem mais esbeltos.
Com o início da criação dos Balineses, esse trabalho se estendeu à nova raça, o que ocorreu ao redor de 1940, já que a mesma descendia dos Siameses mais arredondados.
No entanto, até hoje existem tanto Siameses quanto Balineses com os dois tipos de estrutura física, mas os que se destacam nas exposições são os mais longilíneos.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
A menor das araras corre risco de extinção
A Ararinha Azul é a menor arara brasileira existente. Sua beleza, o pequeno tamanho, menos de 60 cm, e a capacidade de imitar a voz humana, atraem os traficantes de pássaros. Atualmente, é a ave que corre mais risco de extinção dentro de nossa fauna.Outro fator que acelerou o processo de extinção da espécie foi o fato de,
no momento da captura centenas de ovos e ninhos serem destruídos.
Um exemplar da Ararinha Azul chega a custar no mercado negro cerca
de U$ 100.000,00.
no momento da captura centenas de ovos e ninhos serem destruídos.
Um exemplar da Ararinha Azul chega a custar no mercado negro cerca
de U$ 100.000,00.
As décadas de 70 e 80 foram as mais críticas para a espécie, num período em que o tráfico atuava fortemente para fora do Brasil. Atualmente existem 68 exemplares da Ararinha Azul no mundo. Destes, apenas seis podem ser encontrados no Brasil, sendo que dois estão em exposição no Zoológico de São Paulo.
As Ararinhas Azuis podem viver até 25 anos, mas as encontradas na natureza não atingiram nem a metade da idade média. Em cativeiro, o recorde máximo de sobrevivência foi cerca de 32 anos. Essa ave se alimenta de elementos encontrados na natureza. É herbívora, mas em cativeiro come ração especial que possui todos os elementos necessários para a sua sobrevida.
De constituição frágil, as Araras Azuis sofrem com as longas viagens a que são submetidas, geralmente em péssimas condições de transporte, levando-as muitas vezes à morte. Além disso, o cativeiro não oferece condições adequadas.
Não há mais nenhum espécime da Ararinha Azul na natureza. Todas as existentes no mundo estão em cativeiro. A Ararinha Azul é uma espécie predominantemente brasileira e seu habitat natural é a região de Curaçá, no extremo norte da Bahia, ao sul do rio São Francisco.
O habitat natural são as áreas úmidas do sertão, onde riachos temporários permitem a existência de árvores mais altas, característica típica da região de Curaçá.
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sábado, 1 de outubro de 2011
Sua popularidade aumentou graças ao filme de "Walt Disney"
A popularidade desse amiguinho de estimação surgiu após o empurrãozinho de Walt Disney, com o filme "Os 101 Dálmatas", a partir da obra homônima de Dodie Smith (atualmente foi feito a continuidade com o filme 102 Dálmatas, que aumentou ainda a popularidade da raça), lançada em 1961. No filme, a vilã cobiça a maravilhosa pelagem
branca enfeitada pelas pintas escuras para fazer um casaco.
Mas, esse amiguinho tem muitos outros atrativos que fascinam seus donos. É um cão extremamente ativo, brincalhão e raramente é agressivo. Além disso, é especialmente dedicado ao dono, dócil e amoroso. Normalmente essa raça vive muitos anos e é muito irrequieto durante a juventude.
Esse bonito cão foi criado para correr ao lado de cavalos e de carruagens, por esse motivo tem necessidade de fazer muito exercício. Os Dálmatas só se sentem felizes se podem viver em liberdade perto do campo e com amplo espaço para correr e se exercitar.
Alguns entusiastas reivindicam evidências de que tenha originado no Egito antigo onde aparece em imagens sobre os túmulos dos faraós. Outros defendem que tenha surgido na Dalmácia, região da Iugoslávia, afirmando que o nome da raça tem origem no nome da região.
Mas,ao que tudo indica, é uma raça muito mais antiga pois encontram-se ilustrações na Grécia e no Oriente mostrando animais idênticos ao atual, tanto na pelagem quanto na expressão. Numa obra datada de 1792, há descrição e desenho de um Dálmata com a seguinte legenda “Dálmata ou Cão de Coche”.
Contudo, parece cada vez mais aceitável a teoria que o Dálmata é proveniente do Reino Unido, país onde goza de grande popularidade, e onde existem grandes exemplares da raça, que têm sido exportados para todo o mundo.
Esse grande amigo, foi usado inicialmente para guardar estábulos e também como escolta das carruagens, correndo ao lado e atrás delas. Tornou-se mascote dos bombeiros americanos (resquício do tempo em que os caminhões de bombeir
os eram puxados por cavalos)
Seja como for o Dálmata tornou-se um cão bastante popular na Europa trabalhando até em circos. Muito forte, musculoso e ativo, resistente e veloz, tem grande beleza e equilíbrio estético, e durante algum tempo, por seu bom olfato, foi usado como cão de caça, embora sem grande destaque.
Sua pelagem manchada é realmente muito elegante, com pêlos curtos, densos, finos, lisos e brilhantes. Existem dois tipos aceitáveis de manchas, as cor de fígado e as pretas, sempre sobre fundo branco puro. Na aparência geral é um cão forte, de linhas harmoniosas e simétricas, alegre, brincalhão, muito ativo, com expressão inteligente, tendo a cauda longa que vai chicoteando de lado a lado.
Ao contrário do que muitas pessoas afirmam, o Dálmata não é um cão feroz. A agressividade não faz parte do seu temperamento. Apesar do porte médio, o Dálmata não é cão de guarda.
A saúde do Dálmata é alvo de muitas especulações. Existem determinadas doenças que costumam acometer esta raça. entre elas estão: Displasia coxo-femural; Cálculos urinários; Atopia. Dentro dos cuidados especiais está o banho que deve ser dado regularmente. Outro diferencial é o fato de alguns animais dessa raça sofrerem de surdez
branca enfeitada pelas pintas escuras para fazer um casaco. Mas, esse amiguinho tem muitos outros atrativos que fascinam seus donos. É um cão extremamente ativo, brincalhão e raramente é agressivo. Além disso, é especialmente dedicado ao dono, dócil e amoroso. Normalmente essa raça vive muitos anos e é muito irrequieto durante a juventude.
Esse bonito cão foi criado para correr ao lado de cavalos e de carruagens, por esse motivo tem necessidade de fazer muito exercício. Os Dálmatas só se sentem felizes se podem viver em liberdade perto do campo e com amplo espaço para correr e se exercitar.
Origem e História
Alguns entusiastas reivindicam evidências de que tenha originado no Egito antigo onde aparece em imagens sobre os túmulos dos faraós. Outros defendem que tenha surgido na Dalmácia, região da Iugoslávia, afirmando que o nome da raça tem origem no nome da região.
Mas,ao que tudo indica, é uma raça muito mais antiga pois encontram-se ilustrações na Grécia e no Oriente mostrando animais idênticos ao atual, tanto na pelagem quanto na expressão. Numa obra datada de 1792, há descrição e desenho de um Dálmata com a seguinte legenda “Dálmata ou Cão de Coche”.
Contudo, parece cada vez mais aceitável a teoria que o Dálmata é proveniente do Reino Unido, país onde goza de grande popularidade, e onde existem grandes exemplares da raça, que têm sido exportados para todo o mundo.
Esse grande amigo, foi usado inicialmente para guardar estábulos e também como escolta das carruagens, correndo ao lado e atrás delas. Tornou-se mascote dos bombeiros americanos (resquício do tempo em que os caminhões de bombeir
os eram puxados por cavalos)Seja como for o Dálmata tornou-se um cão bastante popular na Europa trabalhando até em circos. Muito forte, musculoso e ativo, resistente e veloz, tem grande beleza e equilíbrio estético, e durante algum tempo, por seu bom olfato, foi usado como cão de caça, embora sem grande destaque.
Sua pelagem manchada é realmente muito elegante, com pêlos curtos, densos, finos, lisos e brilhantes. Existem dois tipos aceitáveis de manchas, as cor de fígado e as pretas, sempre sobre fundo branco puro. Na aparência geral é um cão forte, de linhas harmoniosas e simétricas, alegre, brincalhão, muito ativo, com expressão inteligente, tendo a cauda longa que vai chicoteando de lado a lado.
Ao contrário do que muitas pessoas afirmam, o Dálmata não é um cão feroz. A agressividade não faz parte do seu temperamento. Apesar do porte médio, o Dálmata não é cão de guarda.
A saúde do Dálmata é alvo de muitas especulações. Existem determinadas doenças que costumam acometer esta raça. entre elas estão: Displasia coxo-femural; Cálculos urinários; Atopia. Dentro dos cuidados especiais está o banho que deve ser dado regularmente. Outro diferencial é o fato de alguns animais dessa raça sofrerem de surdez
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