segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Um peixe pacífico e muito bonito

O peixe Espada é muito conhecido por sua cauda longa e pontiaguda além da sua coloração vermelha. Quase todo mundo já viu ou criou uma deles. Em grego o nome Xiphophorus, significa portador de espadas. Porém, este nome não se deve, como muitos acreditam, à cauda do macho, que possui um prolongamento inferior com a forma de uma espada, mas sim, ao formato do gonopódio, seu órgão copulador, que é sustentado por uma dobra de pele em forma de bainha.
Esta espécie, a Xiphophorus Helleri, originária da América Central, tem comportamento pacífico, porém dependendo do seu habitat, os machos podem se tornar agressivos. Eles vivem em temperaturas em torno de 25º e nunca devem ser mantidos em temperaturas abaixo de 20º pois podem adoecer e se alimentar pouco.
Para cada macho deve haver três fêmeas. Eles adoram correr atrás delas e " dar uma namoradinha " e com isso as fêmeas acabam se estressando. O macho difere da fêmea por ter um raio inferior na cauda, que lembra a lâmina de uma espada, já a fêmea de coloração menos intensa tem a cauda em forma de leque e é maior do que o macho. No cativeiro o macho pode atingir 8 cm e a fêmea 10 cm.
A alimentação do peixe espada não é muito exigente. Basta uma boa ração. Pode viver de 2 a 3 anos. É bom que se mantenha o aquário tampado, pois o Espada é um excelente saltador.

REPRODUÇÃO

O Espada é vivíparo, ou seja, se reproduz através de fecundação interna (cópula). Os alevinos (filhotes) já nascem com a forma adulta, só que menores. A reprodução em aquários, permitiu se obter uma variedade bastante diversificada tais como: Espada Negro, o vermelho sangue, o Albino, o Wagtail (de nadadeiras pretas), o Tuxedo (com manchas negras por todo o corpo) e vários outros tipos, que além da diversificação da cor, possuem a cauda em forma de lira ou véu.
É fácil saber quando a fêmea engravidou, pois quando isto ocorre, ela apresenta uma grande mancha negra na base do oviduto. Também um pouco antes de nascerem pode-se ver os olhos dos alevinos através da fina parede abdominal. A fêmea depois de grávida, dará cria em 40 dias, em torno de 50 a 100 alevinos. Apos o parto, os filhotes irão se refugiar para escaparem de serem devorados pelos pais.
 
CURIOSIDADES

Alguns aquaristas e cientistas, já observaram o fenômeno da mudança de sexo na fêmea do Espada. Certas fêmeas, depois de algum tempo de vida, quando os ovários param de funcionar, têm a nadadeira anal transformada em gonopódio, ou seja, a cauda começa a se desenvolver na famosa espada masculina. No entanto esta teoria é rejeitada por alguns estudiosos, visto que o macho leva muito tempo para atingir a maturidade e desenvolver as características sexuais secundárias.

 Neste período antes do desenvolvimento o macho tem o corpo roliço como as fêmeas adultas, resultando para este grupo de estudiosos essa teoria enganosa de "mudança de sexo".

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

O caráter em primeiro lugar

O Briard é um cão pastor de grandes habilidades como obediência, versatilidade, inteligência e lealdade. Também é utilizado como rastreador e cão de caça.

Ele é tão admirável que é carinhosamente chamado de "um coração envolto em pelo". Mas, definitivamente, o Briard não é para qualquer lar e dono. O caráter, marca registrada da raça, só consegue ser trabalhado adequadamente com o empenho e dedicação do seu dono.

É sempre leal e afetuoso com aqueles que ama. Já com estranhos, é por natureza reservado.


A sua pelagem necessita de cuidados especiais já que é longa, com pêlo grosso, duro e seco. As cores são preto, variações de cinza, variações de fulvo e qualquer cor uniforme, exceto o branco.

                          Origem e História


O Briard é uma raça de cães de trabalho francesa muito antiga, ilustrada em tapeçarias do século VIII e mencionada em documentos dos séculos XII, XIV e XVI. Eram usados antigamente para proteger a propriedade e mantimentos dos lobos e caçadores e depois no pastoreio de ovelhas, mantendo-as dentro das pastagens das propriedades sem cerca.

Os Briards não são necessariamente oriundos da Província de Brie como sugere o nome. Muitas autoridades alegam que o nome "Chien de Brie" (Cão de Brie) é uma distorção do nome "Chien d' Aubry" (Cão de Aubry), pois uma estória conta que Aubry de Montdidier construiu, no século XIV, uma catedral em memória ao seu valioso cão (um suposto Briard) que salvou a vida de seu filho.


O 1º padrão para a raça foi escrito em 1897 por um clube de criadores de cães pastores.


Na guerra foram inigualáveis acompanhando patrulhas, carregando comida, suprimentos e até munição para o front. Relatos do corpo médico dizem que os Briards conduziam a corporação até os feridos no campo de batalha.

Copyright© 2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

Um peixe para lá de exótico

O cavalo marinho é uma espécie de peixe muito curiosa e, no mínimo, exótica. Todos, algum dia, já pararam em frente a um aquário para admirar este peixe. Ele faz um grande sucesso, não só pela sua aparência, mas também pela maneira como nada.

Seu corpo é coberto por placas dérmicas que servem de proteção contra os inimigos. Ele se mantém na posição vertical, utiliza a barbatana dorsal como único meio de propulsão.


Sua capacidade natatória é bastante limitada por isso vive em águas calmas e abrigadas, como estuários, onde existem algas e plantas marinhas. Neste ambiente, o cavalo marinho pode se enrolar mantendo-se imóvel.

Podem ser colocados em pequenos aquários com corais ou objetos que eles possam se prender. Bons companheiros para o cavalo marinho são peixes pequenos e lentos.

O cavalo marinho se alimenta de pequenos moluscos, vermes, crustáceos e plâncton que são sugados através do seu focinho tubular. No aquário ele se alimente de artêmia salina e dáfnias. Alimentos que não se movimentam não serão comidos já que ele não tem costume de ir buscar alimento. Ele come o que estiver passando por ele.

Quanto à sua reprodução, há um aspecto interessante: os ovos são depositados numa bolsa ventral do macho. Após uma parada nupcial, a fêmea deposita os ovos nesta bolsa para então serem incubados, nascendo os juvenis completamente formados, já muito semelhantes aos adultos.
Origem
A sua área de distribuição inclui o Atlântico (das Canárias ao Mar do Norte) e Mediterrâneo.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000/2001 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

sábado, 8 de outubro de 2011

ele parece, mas ele não é




Um Siamês de pêlo longo. É assim que o Balinês é conhecido. De vistosa elegância e corpo esbelto, não é tão brincalhão como os Siameses, porém é afetuoso e menos orgulhos.

Os olhos amendoados são cor azul-safira; a cauda longa e esguia. A única diferença com relação à pelagem está no comprimento. Ela é mais longa, fina e sedosa, ligeiramente ondulada nas partes onde é mais comprida.

Como companheiro, destaca-se por ser alegre e carinhoso. O que não falta a este gato é energia e vontade de brincar. Pula, escala postes e se diverte com brinquedinhos. Os Balineses são superativos e adoram trazer objetos aos seus donos.


O Balinês tem a voz mais suave e mia menos do que os Siameses. Outro atrativo neste gato é a facilidade em se adaptar num ambiente onde tenha outros animais.

Origem e História

Há registros de que os primeiros Balineses apareceram na década de 20, nos EUA. Como ambos os pais desses Balineses eram Siameses e tinham, portanto, os pêlos curtos, atribuiu-se o nascimento de filhotes com pêlos mais longos a uma mutação. Tanto que esses gatos eram registrados na ocasião como Siameses de pêlo longo.

Com o tempo, no entanto, passou-se a acreditar que o Balinês herdou essa pelagem mais comprida de um ancestral de pêlos longos. Mesmo porque, na época em que surgiram esses filhotes de pêlos mais longos, havia criadores cruzando Siameses com gatos de pêlo longo, com o objetivo de produzir uma raça peluda, com as mesmas marcações do Siamês, mas com o corpo bem encorpado, o oposto do Balinês.
Isso certamente gerou gatos com aparência de Siameses, inclusive com os pêlos curtos, mas portadores de genes de gatos de pêlos longos.



Na década de 40, a criadora americana Helen Smith iniciou um trabalho para tentar o reconhecimento do Balinês como raça. Foi Helen quem lhe deu o nome de Balinês, em homenagem aos movimentos graciosos e linhas esbeltas, que a faziam lembrar os dançarinos da ilha de Bali. O reconhecimento oficial veio em 1970 pela CFA, graças também aos esforços da criadora ameri-cana de Siamês, Sylvia Holland, do gatil Holland's Farm.

No final do século passado, os Siameses tinham formas mais arredondadas que o desejado pelo padrão atual. Os americanos iniciaram um processo de refinamento das linhas dos Siameses por volta de 1900, tornando-os bem mais esbeltos.

Com o início da criação dos Balineses, esse trabalho se estendeu à nova raça, o que ocorreu ao redor de 1940, já que a mesma descendia dos Siameses mais arredondados.

No entanto, até hoje existem tanto Siameses quanto Balineses com os dois tipos de estrutura física, mas os que se destacam nas exposições são os mais longilíneos.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato Copyright© 2000/2001 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A menor das araras corre risco de extinção

A Ararinha Azul é a menor arara brasileira existente. Sua beleza, o pequeno tamanho, menos de 60 cm, e a capacidade de imitar a voz humana, atraem os traficantes de pássaros. Atualmente, é a ave que corre mais risco de extinção dentro de nossa fauna.

Outro fator que acelerou o processo de extinção da espécie foi o fato de,
no momento da captura centenas de ovos e ninhos serem destruídos.
Um exemplar da Ararinha Azul chega a custar no mercado negro cerca
de U$ 100.000,00.

As décadas de 70 e 80 foram as mais críticas para a espécie, num período em que o tráfico atuava fortemente para fora do Brasil. Atualmente existem 68 exemplares da Ararinha Azul no mundo. Destes, apenas seis podem ser encontrados no Brasil, sendo que dois estão em exposição no Zoológico de São Paulo.

As Ararinhas Azuis podem viver até 25 anos, mas as encontradas na natureza não atingiram nem a metade da idade média. Em cativeiro, o recorde máximo de sobrevivência foi cerca de 32 anos.

Essa ave se alimenta de elementos encontrados na natureza. É herbívora, mas em cativeiro come ração especial que possui todos os elementos necessários para a sua sobrevida.

De constituição frágil, as Araras Azuis sofrem com as longas viagens a que são submetidas, geralmente em péssimas condições de transporte, levando-as muitas vezes à morte. Além disso, o cativeiro não oferece condições adequadas.

Não há mais nenhum espécime da Ararinha Azul na natureza. Todas as existentes no mundo estão em cativeiro. A Ararinha Azul é uma espécie predominantemente brasileira e seu habitat natural é a região de Curaçá, no extremo norte da Bahia, ao sul do rio São Francisco.


O habitat natural são as áreas úmidas do sertão, onde riachos temporários permitem a existência de árvores mais altas, característica típica da região de Curaçá.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

sábado, 1 de outubro de 2011

Sua popularidade aumentou graças ao filme de "Walt Disney"

A popularidade desse amiguinho de estimação surgiu após o empurrãozinho de Walt Disney, com o filme "Os 101 Dálmatas", a partir da obra homônima de Dodie Smith (atualmente foi feito a continuidade com o filme 102 Dálmatas, que aumentou ainda a popularidade da raça), lançada em 1961. No filme, a vilã cobiça a maravilhosa pelagem branca enfeitada pelas pintas escuras para fazer um casaco.


Mas, esse amiguinho tem muitos outros atrativos que fascinam seus donos. É um cão extremamente ativo, brincalhão e raramente é agressivo. Além disso, é especialmente dedicado ao dono, dócil e amoroso. Normalmente essa raça vive muitos anos e é muito irrequieto durante a juventude.


Esse bonito cão foi criado para correr ao lado de cavalos e de carruagens, por esse motivo tem necessidade de fazer muito exercício. Os Dálmatas só se sentem felizes se podem viver em liberdade perto do campo e com amplo espaço para correr e se exercitar.


Origem e História


Alguns entusiastas reivindicam evidências de que tenha originado no Egito antigo onde aparece em imagens sobre os túmulos dos faraós. Outros defendem que tenha surgido na Dalmácia, região da Iugoslávia, afirmando que o nome da raça tem origem no nome da região.


Mas,ao que tudo indica, é uma raça muito mais antiga pois encontram-se ilustrações na Grécia e no Oriente mostrando animais idênticos ao atual, tanto na pelagem quanto na expressão. Numa obra datada de 1792, há descrição e desenho de um Dálmata com a seguinte legenda “Dálmata ou Cão de Coche”.


Contudo, parece cada vez mais aceitável a teoria que o Dálmata é proveniente do Reino Unido, país onde goza de grande popularidade, e onde existem grandes exemplares da raça, que têm sido exportados para todo o mundo.


Esse grande amigo, foi usado inicialmente para guardar estábulos e também como escolta das carruagens, correndo ao lado e atrás delas. Tornou-se mascote dos bombeiros americanos (resquício do tempo em que os caminhões de bombeiros eram puxados por cavalos)


Seja como for o Dálmata tornou-se um cão bastante popular na Europa trabalhando até em circos. Muito forte, musculoso e ativo, resistente e veloz, tem grande beleza e equilíbrio estético, e durante algum tempo, por seu bom olfato, foi usado como cão de caça, embora sem grande destaque.


Sua pelagem manchada é realmente muito elegante, com pêlos curtos, densos, finos, lisos e brilhantes. Existem dois tipos aceitáveis de manchas, as cor de fígado e as pretas, sempre sobre fundo branco puro. Na aparência geral é um cão forte, de linhas harmoniosas e simétricas, alegre, brincalhão, muito ativo, com expressão inteligente, tendo a cauda longa que vai chicoteando de lado a lado.


Ao contrário do que muitas pessoas afirmam, o Dálmata não é um cão feroz. A agressividade não faz parte do seu temperamento. Apesar do porte médio, o Dálmata não é cão de guarda.


A saúde do Dálmata é alvo de muitas especulações. Existem determinadas doenças que costumam acometer esta raça. entre elas estão: Displasia coxo-femural; Cálculos urinários; Atopia. Dentro dos cuidados especiais está o banho que deve ser dado regularmente. Outro diferencial é o fato de alguns animais dessa raça sofrerem de surdez





inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved