segunda-feira, 19 de setembro de 2011

serpentes


As serpentes não são animais para ficar brincando, pegando no colo e acariciando. De personalidade fria, elas não obedecem, não demonstram carinho ao seu dono e não são companheiras. Agem simplesmente por instinto. Depois de certo tempo há um respeito pelo dono por saber que é através dele que elas são alimentadas.

Vivem em média 20 anos e o comprimento varia de acordo com as espécies. Nascem geralmente com 30cm, e podem atingir quatro metros como a jibóia e seis metros como a Píton Burmese.


As cobras trocam de pele pelo menos duas vezes ao ano que é recoberta por escamas com formato alongado na parte superior e arredondado na cauda e extremidades. Possuem muitos ossos, cerca de 838 ossos contra 108 do homem.

A serpente deve ser manuseada suave e lentamente. Senão, pode se assustar e dar um bote. Quem já levou, garante que não dói. O problema maior do bote é o susto que o dono leva, podendo derrubar a serpente e causar-lhe graves ferimentos nos órgãos internos e a quebra da coluna.


As serpentes não captam sons acima de 140hz já que possuem ouvidos internos, porém têm grande sensibilidade às vibrações. Sua língua é estreita, flexível e bi partida, o que favorece a captação do cheiro.


Entre as 18 famílias de serpentes, os maiores exemplares de serpentes são encontrados na Família dos Boídeos. Não são peçonhentos e não possuem presas. Já a família mais numerosa é a dos Colubrídeos, abrangendo mais de 2.000 espécies. Possuem presas e não são peçonhentas.


O animal é classificado como peçonhento quando possui veneno que é capaz de causar grandes danos a um outro individuo. A injeção do veneno ocorre através de presas ou ferrão.


No caso do cativeiro ou criação, é bom que a cobra recebe luz do sol na parte da manhã. Quanto à luz artificial, existem lâmpadas especiais para répteis ou ainda podem ser usadas lâmpadas infravermelhas para aquecer. Jamais devem ser colocados materiais ou pedras pontiagudas que possam ferir o corpo da serpente.


A alimentação varia conforme a espécie, mas em geral, as serpentes se alimentam de mamíferos, insetos, pequenos invertebrados, peixes, entre outros. As espécies que são criadas em cativeiro (terrário) geralmente se alimentam de pequenos mamíferos. A quantidade vai variar de acordo com a idade, espécie, tamanho, clima. Como qualquer outro réptil, a cobra ou serpente sofre no inverno e isso acaba influenciando no seu apetite que diminui neste época do ano.


Dica importante:


A grande maioria das cobras quando está alimentada, fica “repousando” e quando está com fome, fica agitada. De acordo com o seu comportamento, dá para perceber quando está ou não pedindo comida. Troque a água diariamente, pois elas costumam defecar dentro da água. Nunca pegue uma serpente na mão sem conhecê-la, pois dependendo da serpente e o tempo de socorro, a picada pode ser fatal.


CURIOSIDADES:


*A maior serpente já registrada é uma sucuri de 11,50m.
*A naja africana é capaz de lançar o veneno a uma distancia de até 2,40m.
*Um grama de veneno da naja pode matar 150 pessoas.
*A maior serpente venenosa é a cobra rei que chega atingir 4,50m.
*A maior serpente venenosa do Brasil é a surucucu medindo em torno de 3,60m.
Origem e História
Elas surgiram na terra há cerca de 145 milhões de anos e tem função muito importante em um bio sistema como qualquer outro animal. São grandes predadoras de roedores e algumas espécies só se alimentam de filhotes de cobras venenosas, mantendo assim em seu habitat um equilíbrio ecológico perfeito. Isso nos leva a crer que elas não são os animais que deveriam ser extintos como muitos desejam.
No Brasil, o universo das serpentes como animais de estimação não se compara ao americano, mas existe e é crescente. No momento a importação de répteis está interrompida, mas há exemplares em algumas lojas.

Há também duas condições básicas para a compra e a venda de serpentes no país. A primeira é que é proibido criar espécies peçonhentas que oferecem risco ao homem. A segunda, válida para todos os animais, impede a posse de espécies da nossa fauna, a menos que o Ibama a autorize. Mas, a realidade é diferente. Grande parte das pessoas que partilha o seu dia-a-dia com uma serpente no Brasil, o faz com jibóias, espécies nativas.

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tartaruguinha d'água


Este pequenino ser com delicadas listras verde-amarelas é um pet que traz alegria para quem convive com ele. A tartaruguinha d'água gosta de ser acariciada na cabeça, comer na mão e tomar sol. Pode ser criada dentro ou fora de casa. Ela só precisa de uma ambiente com área seca e uma parte grande de água com temperatura morna, além de sol e alimentos.
Se você ainda não sabe, as tartaruguinhas são carnívoras. Elas não vivem só de alface como muitas pessoas pensam. Eles precisam de carne e peixe moídos em pedaços pequenos e crus, frutas e verduras picadas. Sua saúde é muito resistente porém pode apresentar raquitismo, deixando o casco mole, caso ela esteja com falta de proteínas.

O lugar seco serve para a tartaruguinha sair da água e descansar. Ela faz suas necessidades dentro da água, portanto a limpeza diária é fundamental para a saúde de sua amiguinha.
Tenha cuidado com a sua tartaruguinha! Se ela for colocada em locais ásperos pode causar ferimentos embaixo do casco favorecendo a entrada de fungos e bactérias.

As tartaruguinhas d'água se reproduzem com muita facilidade em cativeiro. Ao nascerem têm apenas 4 cm, o tamanho equivalente ao de uma caixa-de-fósforos e já saem logo nadando. Adultas chegam a medir 25 cm, crescendo 3 cm por ano. Vivem, em média,
40 anos mas podem chegar a um século!


A identificação sexual só pode ser feita quando adultas, aos cinco ou seis anos. A fêmea é maior com cerca de 25 cm e o macho chega a 20cm com a cauda mais comprida e volumosa.


O acasalamento é de julho a agosto e a desova de setembro a dezembro. Cada fêmea põe, em média, 10 ovos, que enterra na areia. Para garantir um maior número de nascimentos, as covas devem ser abertas com cuidado e os ovos retirados sem sacudir ou mudá-los de posição. Para isso devem ser marcados com lápis na parte superior e transferidos para uma chocadeira onde serão enterrados em areia para que possam eclodir em 120 dias. Após este processo, os ovos devem ser enterrados na mesma posição, a
10 cm de profundidade com temperatura de 27 a 29 graus.
Origem e história
No Brasil a espécie de tartaruguinha d'água comercializada é a Pseudemis scriptis elegans, que possui manchas alaranjadas nas laterais da cabeça e os desenhos embaixo do corpo diferentes. É vendida legalmente em lojas de aquário de peixes, obtida através de importação direta dos criadores norte-americanos. Há outra espécie, a Trachemys dorbignyi, originária dos banhados, rios e lagos da região do Rio Grande do Sul, Uruguai e norte da Argentina. Esta já é proibida de se comercializar.

Os quelônios (tartarugas, cágados e jabutis) são os vertebrados mais facilmente reconhecíveis, devido a presença do casco que é a chave do sucesso destes animais.
Os quelônios de hoje não são tão diferentes de seus ancestrais que viveram durante o Triássico. São cerca de 260 espécies conhecidas, sendo encontrados em diversos ambientes: lagos, rios, pântanos, mar, florestas e desertos. A maior espécie é a tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) podendo medir 2,4 m de comprimento e pesar 900 kg.


O casco é a característica principal de uma tartaruga, sendo a carapaça composta por ossos dérmicos que são recobertos por escudos córneos de origem epidérmica. Os quelônios são os únicos vertebrados que possuem as costelas externas às cinturas. Outra característica destes animais é o seu bico córneo, não apresentando dentes.


Um dos quelônios mais comuns entre nós é o cágado (Família Chelidae) que vive em ambientes de água doce (açudes, lagos e rios). Este quelônio é caracterizado por recolher a cabeça curvando o pescoço horizontalmente. Algumas espécies de cágados são diurnas, enquanto outras são noturnas.

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parece mas não é


A primeira impressão não é a que fica. A iguana é um
réptil de aparência, a princípio, assustadora e que lembra
os gigantescos animais jurássicos. Mas esta sensação logo desaparece e quando menos se espera esta exótica amiga de temperamento calmo e dócil pode se tornar uma boa companhia. Por ter facilidade de adaptação e integração com o homem, se tornou o primeiro réptil doméstico.


Seu tamanho pode chegar a dois metros, porém 2/3 correspondem à cauda. O corpo é forte, comprimido dos lados e os membros são bastante desenvolvidos com dedos compridos para facilitar a subida em árvores. Embaixo do tímpano, possui uma enorme escama arredondada, uma prega de pele na região gular e uma crista no alto da cabeça. A cor, em geral, é verde intenso nas iguanas jovens e ao envelhecer aparecem bandas escuras ao longo do corpo e da cauda.
De hábitos diurnos, a iguana se alimenta preferencialmente de insetos quando jovem e na fase adulta torna-se praticamente vegetariana consumindo brotos, queijo branco, alface, escarola, laranja, banana, cenouras raladas, flores de hibisco, ipê, pétalas de rosa, entre outras. A alimentação deve ser administrada duas vezes por dia. No inverno devido à baixa do metabolismo é possível o animal diminuir a quantidade de alimento ou até passar algum tempo sem comer nada.
A iguana requer uma série de cuidados por se tratar de uma espécie delicada e de manutenção difícil. Como é um animal de grandes dimensões, o terrário deve ser amplo, alto e com excesso de troncos e galhos. Este réptil precisa se exercitar para não ficar obeso. Necessita também tomar banho de raios ultravioleta.
A iguana como todos os répteis é um animal de sangue frio, não tendo assim um método próprio para manter a temperatura de seu corpo. Na natureza o sol é sua principal fonte de calor, no cativeiro a temperatura do ambiente deve ser em torno dos 30º no período diurno e 23º no período noturno. Este controle pode ser feito com termômetro. Caso a temperatura não siga estes padrões, o animal ficará inerte podendo até hibernar e neste estado há uma baixa no metabolismo diminuindo ou até cessando suas funções fisiológicas que são mantidas com as reservas energéticas que foram acumuladas durante o período quente. Outro fator importante é a umidade do ar que deve girar em torno dos 70 a 80 %, pois a baixa umidade pode causar ressecamento da pele.
Como qualquer outro animal o iguana requer uma higiene constante. Com um pano úmido é possível fazer a higienização do corpo, para evitar arranhões. Não se deve esquecer de cortar as unhas da iguana e evitar o contato com outros animais. As fezes e a urina também devem ser retiradas.
Mesmo sendo pacifica, a iguana quando se sente ameaçada revida com mordidas e chibatadas com o rabo.O macho como forma de mostrar que é dono daquele “pedaço”, levanta a cabeça deixando a mostra sua papada do pescoço.
Origem e história
A iguana vive no México e no Brasil Central, em florestas úmidas e na caatinga.No Brasil a criação em cativeiro é proibida, por se tratar de um animal silvestre. Houve a liberação da importação, mas foi logo vetada. Neste curto espaço de tempo muitas pessoas adquiriram uma iguana, e se viram em apuros com o passar dos anos ao notar que elas não paravam de crescer. A solução precipitada foi soltá-la em um lugar com densa vegetação, o que ocasionou o desequilibro na fauna e até a morte do animal, já que por ter vivido em cativeiro, se tornou presa fácil dos predadores nativos.

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uma ave marinha muito charmosa


O pingüim é uma ave marinha, excelente nadadora, porém não voa. Chega a nadar com uma velocidade de até 40 km/h e passa a maior parte do tempo na água.

Este simpático animal possui uma espessa camada de gordura que serve para proteger seu corpo. As asas são recobertas por nadadeiras com plumagem densa, lisa e gordurosa o que torna o corpo impermeável.


A maioria dos pinguins possui o peito branco e a cabeça e o dorso pretos. Os pingüins pesam de 15 a 35 kg e podem viver até pouco mais de 30 anos. Como principais inimigos estão os tubarões, as baleias e as focas-leopardo.


Agridem somente se forem ameaçados, do contrário são extremamente mansinhos, divertidos e curiosos.


São 18 espécies conhecidas de pinguins (Spheniscidae), sendo que quatro delas se deslocam até as regiões subtropicais e as outras vivem em áreas mais frias no hemisfério sul, especialmente nas faixas das regiões polares e subpolares.


A maioria vive na Antártida e em algumas ilhas na Nova Zelândia, mas também estas aves podem viver em regiões do sul da África, Austrália e América do Sul.


Durante o período de reprodução, os ovos são colocados em ninhos de pedra, cavados ou sobre as pregas da pele existente nos pés. Os machos, geralmente, ajudam na incubação que dura de 5 a 6 semanas. Os filhotes são agrupados em creches e não podem procurar alimento sozinhos até que terminem o seu desenvolvimento.


A fidelidade é característica marcante entre os casais de pingüins. Raramente acontece o divórcio, somente em casos de má reprodução.


Alimentam-se de crustáceos, moluscos, peixinhos e pequenos animais marinhos. São ágeis caçadores.

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Peixe Palhaço Encantador, colorido e desajeitado

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O colorido de seu corpo chama a atenção. Pode-se dizer que é um peixe exótico, cuja cor laranja e as tiras brancas ou azuladas, assim como a maneira desalinhada e desajeitada de nadar, dão sentido ao nome: Peixe-Palhaço. Seu habitat natural são as águas tropicais e subtropicais, principalmente os recifes de corais do Indo-Pacífico, mas podem ser encontrados, em menor quantidade, no Caribe e no Mar Vermelho.

Os Peixes-Palhaço, também denominados Peixes da Anêmona, são da família Pomacentridae e de várias espécies, dentre as quais, as mais conhecidas são o Palhaço Tomate, o Palhaço Comum (Ocellaris), o Palhaço Sebae e o Palhaço Marrom e todas sobrevivem em cativeiro sem grandes dificuldades.

Anêmona-do-mar

É impossível falar sobre o Peixe-Palhaço sem ligá-lo à Anêmona-do-Mar, a sua principal companhia. Apesar da aparência inofensiva, a Anêmona-do-Mar possui células na ponta dos tentáculos, que queimam e paralisam os peixes, para, em seguida, devorá-los.

As anêmonas liberam substâncias químicas que atraem o Peixe-Palhaço, imune ao seu veneno. O muco que recobre esse peixe não contém os elementos que ativam a liberação da secreção venenosa, assim, eles fazem uma ótima parceria. Graças a essa harmonia, suas refeições (pequenos invertebrados) estão sempre garantidas.


Curiosidade

Esses simpáticos peixinhos medem cerca de cinco centímetros e pesam, no máximo,
150 gramas. Pequeninos no tamanho, mas exuberantes na vibração de suas cores, os Peixes-Palhaço possuem a capacidade de alternar seu sexo. Isso ocorre quando há necessidade dessa mudança, ou seja, eles nascem machos e, de acordo com a natureza de cada um, transformam-se em
fêmeas ou não.

Como já foi dito, o Peixe-Palhaço vive nas anêmonas que ficam em pequenas colônias.Se ocorrer o fato de nenhum dos peixes ser fêmea, para que se reproduzam, um macho, geralmente o maior, muda de sexo para dar continuidade à espécie. Na reprodução,
a fêmea desova no ambiente marinho e o macho fecunda os ovos com seu esperma.
Em relação a esta reversão sexual, é interessante destacar que é uma transformação hormonal e ocorre de acordo com a necessidade da colônia ou do local em que eles se encontram.

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com cauda de coelho essa raça de origem japonesa é bastamte amigável

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A cauda é uma característica evidente da raça Bobtail Japonês. O nome Bobtail vem da expressão “bobbed tail", que significa cauda cortada. De fato ele possui uma cauda com no máximo 8 ou 10 cm de comprimento. Amigável e com muita personalidade, essa raça é companheira e muito inteligente.
Curioso e afetuoso, não tem dificuldade de ambientação e se adapta tanto à vida em apartamento quando ao ar livre. Ideal para quem pretende ter um felino como companheiro de estimação. Sua coloração é uma característica bastante significativa, pois tem o formato escama-de-tartaruga e as manchas podem ser pretas avermelhadas e brancas.

Origem e História
Gatos com caudas deformadas estão bem documentados em várias partes da Ásia: os genes responsáveis por essa mutação foram provavelmente introduzidos com os primeiros gatos levados da China para o Japão há cerca de 1.000 anos. Os gatos asiáticos com caudas curtas e eriçadas podem compartilhar de um ancestralidade comum com o Bobtail Japonês, mas não existe ligação nenhuma entre o Bobtail e o Manx. Atualmente, sabe-se apenas que ocorreram mutações inteiramente distintas.
No Japão, seu país de origem e local onde possui uma extensa história, essa raça é considerada o símbolo da amizade. Quando está sentado, é comum levantar uma das mãos, esse gesto, segundo a crença popular japonesa, traz boa sorte. Essa crença é tão levada a sério pelos japoneses que, é comum vermos gravuras e modelos dos "gatos que acenam" nas portas de estabelecimentos japoneses para saudar os visitantes.
Embora o Bobtail tenha raízes no extremo Oriente do século VII, apenas recentemente os japoneses se mostraram interessados em expor esta raça. Foram os americanos, no final da década de 1960, os responsáveis pela sua maior divulgação. Contudo, esta raça ainda é considerada rara.
Em relação as cores do Bobtail Japonês, as mais apreciadas são a preta, branca e vermelha, seja em cor única ou nas combinações bicolor ou tricolor. Estas são conhecidas no Japão como por Mi-ke (feliz). São aceitos também os Bobtails de cores diferentes, desde que o desenho da pelagem não seja como os do Siamês ou do Abissínio.
Com corpo esguio, mas dotado de boa musculatura, o Bobtail Japonês é um gato elegante. As suas pernas são compridas e esguias, sendo que as traseiras mais compridas do que as dianteiras. Possui pêlos de comprimento médio, macios como seda, mas resistentes. A cauda possui no máximo 8 ou 10 cm de comprimento. Esta, mantida em posição curva, parece inexistente, como nos coelhos.


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este baixinho é charmoso, ágil e esperto



O Teckel é um cão de caça e de companhia muito ativo e determinado.
É bastante comum a confusão entre o nome da raça e o nome do grupo à qual pertence. No caso, o nome da raça é Teckel, e todas as variedades pertencem ao grupo Dachshund.

É teimoso como um bom caçador mas derrete-se pela família demonstrando verdadeira paixão e carinho pelo seu dono. Muito alegre e corajoso, o Teckel precisa de disciplina e comandos que somente o seu proprietário pode oferecer.


O Teckel é o espelho do seu dono: se ele for organizado e limpo, o cão provavelmente também o será. É meigo e muito dócil e adora ficar dentro de casa.


Existem três raças de Dachshund: Teckel de Pêlo Curto, Teckel de Pêlo Longo e Teckel de Pêlo Duro. Cada uma destas três raças está dividida em três padrões: Standart, Anão e M
iniatura.

O padrão Standard deve pesar abaixo de 9 kg, o Anão abaixo de 4 kg e o Miniatura abaixo de 3,5 kg.

O Teckel de Pêlo Curto tem a pelagem densa e rente ao corpo; o Teckel de Pêlo Longo possui pelagem também ajustada ao corpo, mas é mais comprida, principalmente em algumas partes e o Teckel de Pêlo Duro tem pelagem áspera, no mesmo comprimento pelo corpo todo.


O Dachshund, também popularmente, conhecido como salsicha é sociável com as pessoas e mede de 13 a 23 cm. Necessita de uma escovação geral semanal. Já o Teckel de pêlo longo ou duro necessita de escovação a cada dois dias.


Todos os Teckel têm qualidades comuns como disposição, bom faro e agilidade. Este baixote de olhar esperto, alongado como uma salsicha, atrai a simpatia geral.


Em geral, os três Teckel (de Pêlo Curto, Pêlo Longo e Pêlo Duro) apresentam pernas curtas, corpo comprido e cabeça elevada. Apesar desta aparência, esta raça não é fraca ou limitada, e sim incansável.


Existe várias cores dentre os Dachshund. Podem ser:
Unicolor - vermelho, amarelo avermelhado, amarelo com ou sem mistura de pêlos pretos;
Bicolor - preto, marrom, cinza, branco nas extremidades com marcações em castanho;
Arlequim - pelagem castanho claro, cinza claro, às vezes até branca, com manchas desiguais e de cor marrom escuro, amarelo avermelhado ou preto.

Origem e História

O grupo, de origem germânica, é formado pelas raças de cães de caça às doninhas (Dach) e o Teckel Clube da Alemanha faz questão que sejam sempre chamados de "Teckel ".

Suas raízes são bem antigas, tanto que ilustrações datadas dos séculos XV, XVI e XVII mostram doninhas sendo caçadas por cães alongados de corpo e pernas curtas que lembram os atuais.


Parece que o Teckel do século XV era considerado maior que o dos nossos dias. Era utilizado nessa época, na caça ao texugo. Depois disso, o seu tamanho diminui e foram apuradas inúmeras variedades de Teckel, no entanto quer as miniaturas, quer os exemplares de tamanho comum, descendem dos mesmos. Na Alemanha este cão ainda é utilizado na caça, para desalojar as lebres, as raposas e os texugos das suas tocas. Os Teckel miniatura não são exemplares raquíticos ou subdesenvolvidos: foram apurados por seleção, para poderem entrar em tocas pequenas, onde os cães maiores não cabiam. Este cão não é utilizado para a caça a não ser na Alemanha. Nos outros países, tornou-se um cão caseiro muito na moda, principalmente em França.

O nome Teckel foi introduzido em nosso país pela CBKC ao colocar em vigor, em 1994, o padrão adotado pela Federação Cinológica Internacional (FCI), elaborado pelo Deutscher Teckelklub (DTK). A tendência é o nome Teckel ganhar espaço.

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