sábado, 24 de setembro de 2011

A companheira do Papai Noel


Ao se falar em rena, logo se imagina o trenó do Papai Noel com as oito renas ajudando-o na sua árdua missão de distribuir brinquedos para os meninos de todo o mundo.

Uma das principais características das renas é a presença de chifres comuns aos machos e fêmeas. Este mamífero ruminante do hemisfério norte é a única espécie de cervídeos em que a fêmea também tem chifres. A estrutura, também chamada de armação, é constituída por um osso sem núcleo central e um revestimento córneo.


Um processo muito desgastante para o animal acontece anualmente. Por causa da secreção de hormônios sexuais, as armações caem, o diâmetro testicular aumenta e a musculatura do pescoço se desenvolve. Os chifres servem principalmente para exibição e como arma durante as competições dos machos pela posse das fêmeas. As renas podem ser animais muito agressivos, principalmente na época do acasalamento.


Vivendo em áreas temperadas, as renas estão acostumadas a migrar em busca de comida. São excelentes nadadoras sendo o chifre volumoso de grande utilidade para essa atividade, pois ajuda o animal a boiar.

Por tradição, os Lapões, povo nômade da atualidade, depende totalmente das manadas de renas que passeiam pela tundra ártica, pobre em pastagens. As renas, para sobreviverem, são forçadas a deslocações constantes em busca de alimento, sendo os Lapões obrigados a acompanhá-las.

Resistentes e sóbrias, as renas atingem 2,20m de comprimento, pesam cerca de 300 kg e vivem, em média, 15 anos. O período de gestação varia de 216 a 246 dias. As fêmeas domesticadas parem dois filhotes, as selvagens, um.


A fêmea tem sido caçada pelo homem nas estepes e nas florestas geladas desde a Idade da Pedra. Era a caça predileta dos Lapões, assim como o bisão era a dos índios americanos. O homem primitivo comia sua carne, usava sua gordura para produzir luz e dos seus ossos fazia lanças, flechas e ferramentas. As renas eram pintadas nas paredes das cavernas.


Posteriormente, com os primeiros rebanhos, o homem passou a beber o leite da rena. Mas esse animal nunca foi completamente domesticado. Mesmo hoje em dia ainda se encontram grandes bandos fechados desses animais na tundra. Quando o bando vai para pastagens mais viçosas, é conduzido pelos machos mais experientes. Mas, quando o bando chega, quem se encarrega da vigilância são as fêmeas mais velhas.


A rena é encontrada em estado selvagem na Sibéria, na Islândia e nas cadeias montanhosas da Escandinávia, da Lapônia e da Finlândia. A rena americana é conhecida como caribu.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

Cristado Chinês

Embora apresente referências divergentes, o cão da raça Cristado Chinês tanto pode ser pelado como peludo, o que, inclusive, poderá acontecer numa mesma ninhada.
O pelado apresenta essa característica no corpo, mas tem pêlos na cabeça, como um elegante topete, nas patas, como meias, e no rabo. Já o peludo é, efetivamente, muito peludo, dotado de uma dupla camada, de pêlos curtos e longos.
Em ambos, pelado e peludo, a pelagem poderá ter inúmeras cores, sendo que o pelado revela uma pele muito macia e sensível. É exatamente a falta de pêlos no corpo que aumenta a sua sensibilidade ao frio e ao calor, não sendo recomendada sua exposição ao sol.
Por ser o pelado menos resistente, os criadores recomendam que, na hora de cruzar, sejam utilizados exemplares com característica diferentes.
O objetivo, naturalmente, é dar equilíbrio à raça, fazendo prevalecer os melhores.
A origem do Cristado Chinês gera
polêmica, havendo registro de que descenderia de uma raça africana sem pêlos – o que, aliás, não teria nada a ver com seu nome.
Há referência, contudo, que seria originário da China. Ou da Europa. Quem sabe, das Américas! Há até mesmo quem compare a versão pelada do Cristado Chinês ao gato Sphynx, que é completamente pelado e cuja falta de pêlos é fruto de uma mutação espontânea, após o cruzamento entre raças diferentes.

No ano passado, esse aspecto meio esquisito do Cristado Chinês lhe garantiu notoriedade mundial. É que um exemplar (que seria misturado com Chihuahua) arrebatou o título concedido por um site de “o cão mais feio do mundo”.
Mas, fora isso, o Cristado Chinês é classificado como um cão alegre, de temperamento amistoso, companheiro para todas as horas, muito disposto para brincadeiras, além de excelente vigia. Na categoria toy, a altura do Cristado Chinês é de 28 a 33 cm nos machos e de 23 a 30 cm nas fêmeas, com peso de até 5 kg.

 


inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

Jabuti: aparência divertida e temperamento pacato

Ele é um bicho pré-histórico, quieto, porém muito dócil que se adapta à vida moderna. Rústicos e resistentes, os jabutis somam mais de 40 espécies em todo o mundo. Sua vida é levada com vagar. Adora ser afagado e todas as suas tarefas são demoradas. Cortar um grande pedaço de comida, cavar um bom buraco para enfiar a cabeça pode levar um bom tempo.

Quando sente a aproximação de um predador ou pressente algum perigo, põe as patas, cabeça e cauda dentro do casco, permanecendo inerte como se estivesse morto. Provavelmente, é o mais lento animal entre os vertebrados.

No Brasil duas espécies são originárias das florestas úmidas. Uma delas é a Geochelone carbonaria, conhecida como Jabutipiranga e a outra é a Geochelone denticulata também chamada de Jabutitinga.


Antes de descrevê-las, vale uma explicação simples. Qual é a diferença entre tartaruga, jabuti e cágado?
A tartaruga é uma espécie de réptil que vive somente na água marinha ou doce. Ela possui casco achatado e suas patas terminam afinadas, como se fossem nadadeiras. Existem, também, as espécies semi-aquáticas, chamadas de cágados.


jabuti finhote


O jabuti é uma espécie terrestre de réptil. Possui casco convexo, bem arqueado, e pernas grossas, que parecem réplicas miniaturizadas da dos elefantes.


Nativas do Brasil, a jabutipiranga e a jabutitinga diferem, basicamente, pela coloração das escamas.


A Jabutipiranga tem a carapaça relativamente alongada e as escamas da cabeça e das patas vermelhas. Chega a medir até 40 cm de comprimento e pesar de 6 a 12 Kg. Ocorre nas regiões Nordeste, Centro-oeste e Sudeste. Sua maturidade ocorre entre cinco e sete anos.


A
Jabutitinga possui coloração menos acentuada, em tons de amarelo. É de porte maior podendo atingir até 80 cm e habita originalmente a região amazônica.A maturidade sexual acontece por volta dos quatro anos. Você sabia que estes animais levam cinco horas para percorrer 1,5 Km?

Os Jabutis são animais onívoros, ou seja, se alimentam de substâncias animais e vegetais. Costumam comer carne, frutas doces, verduras e legumes. Possuem hábitos diurnos e gregários (vivem em bandos) e passam o tempo em busca de alimento, especialmente os de cores vermelhas e amarelas. Os jabutis não possuem dentes. No lugar deles, há uma placa óssea que funciona como uma lâmina.


jabuti piranga

Os recipientes de água e comida devem ser lavados todos os dias e as fezes devem ser retiradas pelo menos duas vezes por semana, senão, o jabuti pode comê-las.
Eles vivem, em média, 80 anos, mas alguns ultrapassam um século de vida. Depois de adultos, é praticamente impossível identificar a idade de um jabuti pela a aparência.

Uma das principais características destes répteis é o plastrão (escudo ventral). Nos machos ele é côncavo e nas fêmeas é convexo. Isso facilita o procedimento da cópula, de modo que o macho possa encaixar-se sobre a fêmea. Para isto, é importante que o macho seja maior do que a fêmea.


A partir dos seis anos eles já podem se reproduzir. Podem acasalar o ano todo, mas a desova das espécies nacionais normalmente ocorre entre agosto e novembro.
A fêmea bota os ovos cerca de dois meses depois da cópula. Têm-se observado posturas de seis ou sete ovos, porém alguns criadores mencionam posturas de 15 a 20 ovos. Os ovos devem ser transportados para a incubadora na mesma posição em que foram botados. A temperatura da incubadora deve ser de 28°C. A eclosão ocorre entre seis e nove meses.

Para os filhotes, deve haver sempre água fresca em recipiente raso, para o jabutizinho não correr o risco de se afogar. Não é necessário oferecer alimentos. Até completarem um mês de idade, eles se nutrem do violeto que fica reservado. Depois disso, já podem ser reunidos aos animais adultos.


É fundamental que o chão seja gramado e não de terra batida, muito menos de concreto ou de qualquer outro tipo de solo abrasivo. Isto para impedir que os animais provoquem atrito no plastrão. Além disso, os machos no período reprodutivo caminham encaixados sobre as fêmeas e tendem a pôr o pênis em contato com o solo, que se for abrasivo pode resultar em graves feridas.

Os jabutis passam longas horas tomando banho de sol, mas em seu viveiro há necessidade de locais com sombras, para eles controlarem a temperatura corporal.


Se forem mantidos em terrário, o comprimento do mesmo deve ser dez vezes o do jabuti e a largura, cinco. Pode-se substituir o sol por uma lâmpada UVB própria para répteis. Nesse caso, ela deve ficar acesa oito horas ao dia. Jardins também são indicados para criar jabutis, mas somente quando ele já tiver atingido cerca de 15 cm de diâmetro.


Não existem restrições legais para manter um jabuti, para a criação extensiva, entretanto é necessária a autorização do ibama.

História


No maior centro mundial de criação de animais de estimação, os Estados Unidos, o resultado da última pesquisa realizada pela American Pet Products Manufacturers Association detalha os dados: jabutis e tartarugas são os mascotes de 40% de todos os proprietários norte-americanos de répteis e anfíbios, percentual esse não atingido por nenhuma outra espécie e que soma o fabuloso número de 1.084.000.

O sucesso de jabutis e tartarugas como bichos de estimação gera, ao redor deles, um hobby dos mais estruturados. No mundo todo, há dezenas de entidades que congregam donos, criadores e demais entusiastas. Ainda que a grande maioria delas se dedique tanto a Jabutis como a tartarugas, a maior de todas - a Tortoise Trust International - dedica-se quase exclusivamente aos jabutis. Sediada na Inglaterra, foi fundada há 14 anos e tem cerca de quatro mil filiados, espalhados por mais de 30 países.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato Copyright© 2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

o amor é lindo









Dragão de Komodo: um réptil guloso e carnívoro

O Dragão de Komodo é o maior de todos os lagartos atuais. Existente há centenas de séculos, este réptil já vivia na Terra muito antes do surgimento do homem. É uma espécie endêmica da Indonésia sendo visto nas ilhas Komodo, Rintja, Padar e Flores, habitando florestas e clareiras.
Aprecia bastante carniça e é capaz de devorar uma carcaça inteira de búfalo. Nada impede que o Dragão de Komodo coma animais vivos. Ele costuma derrubar a vítima com a força de sua cauda e cortá-la em pedaços com os dentes.

Possui a cabeça grande, o corpo maciço e as patas poderosas, com fortes garras. São poderosos predadores que atacam e matam porcos selvagens, cabras, jovens búfalos, cavalos, macacos, veados e aves.
O Dragão de Komodo chega a medir 3,5 m e a pesar até 110 kg, vivendo, em média, 50 anos. A sua cor é cinzenta e marrom.

Ao terminar a estação das chuvas, a fêmea põe cerca de 25 ovos na areia que se abrem depois de 6 a 8 semanas. Os filhotes ao nascerem, medem 20 a 25 cm de comprimento. Os jovens alimentam-se de lagartos, insetos, aves e pequenos mamíferos.


O Dragão de Komodo encontra-se ameaçado pela caça, por envenenamentos feitos pelas populações locais e pela diminuição das presas de que se alimenta. Padar e Rintja foram classificadas como reservas pelo governo Indonésio, tanto para o dragão de Komodo como para as suas presas.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato Copyright© 2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Um nobre e elegante gato



O siamês é o príncipe dos gatos, título recebido por sua elegância de corpo e, também, pela graça de seus movimentos. Parece uma estátua do Antigo Egito, possui um olhar enigmático e profundo; é um exótico bichano. Entre os gatos de pedigree, é o mais conhecido. Sua popularidade é tão grande que é considerada a segunda raça com maior número de nascimentos ao ano, só tendo à sua frente o Persa.

Sua personalidade é incomum. Algumas características, como o miado, diferenciam-nos dos demais felinos. Além disso, são muito ligados aos seus donos, de quem, em alguns casos, chegam a ter ciúmes. Especialistas comparam seu comportamento ao dos cães, pois se afeiçoam mais aos donos do que à casa propriamente. O que não é comum, de uma maneira geral, entre os gatos.


Imponente, o Siamês chama a atenção pelo físico esbelto e pela cor dos olhos. Com reações imprevisíveis em alguns momentos, seu humor muda de acordo com os acontecimentos. Pode-se dizer que é um pet temperamental, mas, sem dúvida, muito carinhoso.

Cuidados

A fêmea requer cuidados especiais no cio. Os sintomas são bastante fortes e podem ser notados por todos, pode rolar pelo chão, gemendo, ou correr pela casa, rasgando e arranhando tudo o que encontrar pela frente.

É importante que ela tenha um companheiro o mais rápido possível. Um mês depois do acasalamento, suas tetas começam a inchar e os filhotes podem ser sentidos em seu ventre. Eles nascem brancos e vão mudando de cor à medida que crescem.
O siamês oficial tem o corpo bem longilíneo, orelhas grandes e cabeça triangular; é gato de criadores, de exposições e de pessoas que admiram sua estrutura charmosa. Já o extra-oficial é mais rechonchudo, tem orelhas pequenas e cabeça redonda. Ter um siamês em casa é sempre uma festa, pois ele é atleta, brinca, corre, salta e faz acrobacias fantásticas.

Origem e História


Foi na Tailândia, antigo Sião, que os ocidentais viram esses gatos pela primeira vez, os quais ficavam cuidadosamente protegidos no palácio real de Bangkok. Foram levados para a Inglaterra em 1884 e se espalharam para outras partes do mundo, chegando aos EUA na década seguinte. Nessa época, os Siameses não eram tão elegantes como os atuais.

Com o crescimento de sua popularidade, muitas pesquisas foram realizadas na Tailândia e no resto da Indochina, mas não foi possível identificar de que felino descende o Siamês , no entanto, a origem asiática foi comprovada.


inicio l quem somos l cadastre-se l contato Copyright© 2000/2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

Serenos, observadores e dóceis

Elegantes e graciosos, os gatos Persa têm a cara achatada, o corpo rechonchudo e podem ser encontrados em diversas cores como branco, vermelho, lilás, azul, chocolate, preto, entre outras combinações. De temperamento pacato e dócil, esses felinos têm as patas fortes e curtas. Eles não são acostumados a saltar ou escalar.
A cabeça é redonda e das orelhas saem tufos de pêlos. Os olhos grandes e redondos, podem ser azuis, safira ou alaranjados. Sua pelagem frágil é macia e sedosa, exigindo escovação diária para que não fiquem emaranhados. Como poucos gatos gostam de água e sabão, um banho ocasional manterá a higiene do seu bichinho em dia. Mas esta rotina deve começar quando ele ainda for jovem.

Os gatos Persa são animais de hábitos serenos, preferindo uma casa com ambiente seguro e tranqüilo. Mas nada impede que este felino se adapte à residências mais barulhentas e tumultuadas. Isto acontecerá se você tratar o seu pet com muito carinho e confiança. Eles adoram se exibir fazendo poses e ficando nas janelas ou naquelas cadeiras confortáveis.

Origem e História

A origem da raça Persa não é exatamente conhecida. Existem várias versões sobre a proveniência destes gatos. Uma delas seria que o primeiro exemplar da raça tenha chegado à Europa junto do explorador italiano Pietro della Valle, em meados do século XVI. Uma outra versão diz que o naturalista francês Nicolas Fabri de Peirese, em 1630, foi quem introduziu o primeiro exemplar da raça persa, oriundo da Turquia. Já a terceira versão atribui a origem da raça como descendente da uma raça de gatos nativos do planalto da Ásia Central, que se estende do Tibete a Mongólia.

A primeira descrição precisa da raça aparece no famoso livro de história natural de Georges Louis Leclerc Buffon (1707-1788). Em 1871, Harrison Weir organizou a primeira exposição de felinos no Palácio Cristal, em Londres, onde participaram a rainha Vitória (2 exemplares azuis) e o Príncipe de Gales (posteriormente Eduardo VII) como patrocinador fornecendo um prêmio especial.

Em 1901 as cores reconhecidas para os Persas, na Inglaterra, eram preto, branco, azul, ruivo, creme, fumaças, tabbies, chinchilas, escamas de tartaruga, bicolores e tricolores. Em 1910 foi criado o "Governing Concil of the Cat Fancy of Great Britain", onde foram estabelecidos os primeiros padrões da raça, sempre ocupando posição de destaque dentro da aristocracia felina, havendo apenas 17 exemplares Persa.

Após a I Guerra, a criação de Persa floresceu, porém a II Guerra quase exterminou os gatos da Grã-Bretanha. Ao longo dos anos a raça evoluiu em quantidade e as variações de cores foram gradualmente sendo estudadas e reconhecidas oficialmente pelas diferentes federações em todo o mundo.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

Curioso, tímido e excelente companheiro


Este curioso roedor e companheiro das crianças é uma ótima opção de animal de estimação. Com um temperamento sociável e de fácil manejo, o Porquinho-da-Índia é um pet que tem sucesso garantido.

Em relação a outros roedores, o Porquinho-da-Índia leva vantagem por ser mais lento e portanto mais fácil de ser encontrado e apanhado.

Embora aprecie uma sonequinha, o porquinho sempre estará disposto a um passeio ou brincadeira.

Ele se adapta bem ao ser humano se acostumado desde pequeno, aceitando bem o cativeiro. Raramente morde, a não ser que se sinta ameaçado.

O Porquinho-da-Índia se alimenta com comida de coelho em pelotas (peletizada), feno, ou capim, legumes (exceto o alface, que pode causar diarréia) e frutas frescas. Brócolis e couve-flor são legumes maravilhosos por causa da alta quantidade de vitamina C.

Comidas novas devem ser apresentadas aos poucos, uma de cada vez, para se ter certeza que o porquinho não terá uma reação ruim a elas.

O macho chega a pesar entre 1 kg e 1,2 kg e a medir 25 cm quando adulto. Já as fêmeas são mais leves, com aproximadamente 20 cm de comprimento e entre 800 e 900 g de peso.

O Porquinho-da-Índia vive, em média, quatro anos. Para o primeiro acasalamento, se recomenda que o macho tenha de três a quatro meses e as fêmeas de três a sete meses. Jamais depois de sete meses. O período de gestação é de 59 a 72 dias, sendo a média de 62 dias.

A fêmea do Porquinho-da-Índia tem, em média, de dois a três filhotes. O tamanho ao nascer é de 7,62cm. A idade ideal para o desmame é de 3 semanas.

Origem e História

Um erro de navegação é o responsável pelo nome Porquinho-da-Índia.

No século XVI, quando os navegadores espanhóis buscavam um novo caminho para as Índias, em busca de especiarias, aportaram por engano em terras sul-americanas, mais exatamente no atual Peru.

Após provarem "churrascos" de um certo animalzinho que os nativos conheciam por Cuí
(e assim o chamam até hoje por causa dos seus gritos curtos, semelhantes ao som emitido pelos porcos), simpatizaram com ele e o adotaram como mascote.

Voltaram para o velho continente com vários deles nas malas e um nome equivocado: Porquinho-da-Índia.

Logo após a chegada à Espanha, os "Porquinhos-da-Índia" peruanos se transformaram em moda e se espalharam por toda a Europa e o "Novo Mundo", não mais como alimentação, como eram e ainda são utilizados no Peru, mas como animais de estimação.

Michael Schleissner, um aficcionado criador alemão de Porquinhos há 32 anos, esclarece:
"Existe uma teoria de que tal nome lhe foi atribuído porque os navegantes (agora ingleses), ao retornarem da América do Sul trazendo o mascote predileto da Europa, paravam na Guiné, um país da costa africana. Ao saber da parada, as pessoas achavam que o bichinho vinha da Guiné, e não do Peru. E ele continua: "Outros atribuem o nome Porco-da-Guiné ao preço que era cobrado pelos marinheiros ingleses pelos bichinhos, um Guinea, uma moeda de ouro muito utilizada na época".

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

O novo amigo da família

Esse simpático bichinho mexe com a imaginação das crianças. Tanto os antigos como os novos desenhos animados, sempre foram povoados por uma infinidade de personagens representados por carismáticos roedores. A criança que não pode ter uma dupla de esquilos traquinas em casa, nem camundongos que vivem fugindo dos gatos, acaba se encantando com o pequenino hamster.

Ainda não é comum encontrarmos hamsters como animais de estimação. Mas ele pode mostrar-se um companheiro meigo, engraçado e muito limpinho. Esses pequenos animais passam toda a sua vida dentro de uma gaiola, mas a permanência dentro de nossas casas é curta, vivendo aproximadamente dois anos.


Sua criação pode ser bastante simples. As lojas especializadas em animais de estimação oferecem gaiolas boas e baratas e, até uma gaiola de pássaro pode servir para acomodá-lo. Sua alimentação é prática, pois existe ração própria e é aconselhável oferecer frutas e legumes. A maioria dos animais domésticos precisa de cuidados diários, mas os hamsters não, eles podem ser deixados sozinhos por até três dias. Um dos lados positivos desse bichinho, além de ser brincalhão, é o fato dele nascer praticamente domesticado e necessitar de pouco treino para se tornar amigável.


Em geral, os hamsters não gostam que mexam em suas coisas e de serem incomodados. A regra mais importante para a criação desse companheiro é manter apenas um animal por gaiola. Pode acontecer uma convivência pacífica entre dois jovens do mesmo sexo, desde que respeitadas certas condições como amplo espaço para ambos, esconderijo e muita comida. Os machos se toleram melhor do que as fêmeas, mas pode haver disputa por comida e território. Mesmo os casais mais mansos podem brigar até a morte se deixados sozinhos.


Mas, cuidado! Os hamsters devem ser sempre vigiados quando estão fora da gaiola porque podem se esconder e aí, fica muito difícil de encontrá-los. Como roedores, não precisam de vacinação e nem de cuidados especiais. Não costumam transmitir doenças como muitos pensam. Somente a sua mordida costuma ser muito dolorida. Cuide-se!


Os hamsters são, em geral, animais de hábitos noturnos. Eles dormem a maior parte do dia e preferem brincar quando a gaiola está praticamente no escuro.
Tanto a gestação quanto o desmame duram 16 dias. Cada cria dá em média, 10 filhotes. A partir de dois meses de idade, os filhotes já sabem onde fazer suas necessidades.
Enfim, para que o hamster se sinta feliz, ele precisa ter a gaiola sempre limpa, boa alimentação, muito espaço com esconderijos e água, mais para tomar banho do que para beber. Com certeza, esse animal pode ser um prático e simpático companheiro para toda à família.
Origem e história
O seu nome deriva da palavra alemã "Hamstern", que significa apropriar-se de, apossar-se de alguma coisa. Esta é uma provável referência ao hábito de guardar alimentos em duas bolsas faciais (bochechas).

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

Graciosos, são um verdadeiro encanto

Entre os roedores, o coelho é o animal de estimação mais querido. A graça está justamente na sua aparência. Isto, sem dúvida, é o maior atrativo dos coelhos. O seu corpo felpudinho, suas longas orelhas e seu olhar doce fazem com que este roedor se torne meigo e encantador. Sem contar o nariz que remexe!

Além disto, o preço acessível, a manutenção pouco trabalhosa e de baixo custo, e a ausência total de cheiro na pele e no pêlo contribuem para a escolha deste bichinho como pet.

De temperamento calmo, nada barulhento, o coelho é sociável, dócil, interativo e disposto a brincadeiras. Ele mesmo cuida eficazmente da sua higiene. Para se ambientar ao novo lar, o coelho deve ser solto regularmente por alguns instantes durante o primeiro mês.

Existem diversas raças de coelho, como o Nova Zelândia, Califórnia, Chinchila, Azul de Viena, Borboleta, Prateado Champanhe, Rex e o mais exótico, o Angorá. Há ainda o coelho anão e o de orelhas caídas, normalmente encontrados como mutações do Nova Zelândia e Califórnia, porém existente também nas demais raças.

A sua alimentação deve ser ração peletizada, específica para coelhos. Todos os dias o coelho deve comer folhas de beterraba, rabanete, chicória, almeirão e couve-flor. Alface, nem pensar! Pode causar diarréia. É claro que os coelhos adoram cenoura, mas por engordar, o melhor é alternar os dias.

O coelho deve ser mantido em gaiola específica, sempre com o local fresco e protegido de correntes de ar. A cada quinze dias a instalação e os utensílios devem ser desinfectados.
Reprodução
O ideal é que o macho só comece a reproduzir a partir dos cinco meses de idade e a fêmea a partir dos quatro. Os coelhos reproduzem o ano todo, mas a fase mais fértil ocorre na primavera. Eles devem acasalar quase instantaneamente. Por garantia, deixe-os juntos por dois dias e, depois, separe-os. Ela dará a cria em cerca de 30 dias. Após o nascimento, verifique o ninho diariamente para checar se todos os filhotes estão vivos e juntinhos um ao outro, para que se esquentem. Caso não estejam, o melhor é reuni-los. Quando estiverem com 30 dias de idade, retire o ninho. Aos 40 dias de vida, já estarão desmamados e podem ser separados da mãe. Ela também já estará pronta para uma nova gestação.
Cuidados especiais:

1) Coelho não toma banho e nem deve ser molhado, pois provavelmente algum fungo se desenvolverá.
2) Só deixe macho junto com fêmea quando quiser que reproduzam. Do contrário, ele tentará acasalar o tempo todo, e o casal pode brigar ou se reproduzir em demasia.
3) Caso, em alguns momentos do dia, o Coelho seja solto dentro de casa ou no jardim, fique atento para que não roa objetos ou plantas.
4) Não carregue o Coelho pelas orelhas, pois pode causar distensões ou mesmo fraturas.
Origem e História
O coelho selvagem, digno ascendente do coelho doméstico, chegou ao continente europeu pelas mãos dos espanhóis vindos do norte de África. Ao longo dos séculos as características domésticas foram sendo apuradas (pensa-se que os monges foram os responsáveis) contando-se atualmente mais de 50 raças domésticas.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

serpentes


As serpentes não são animais para ficar brincando, pegando no colo e acariciando. De personalidade fria, elas não obedecem, não demonstram carinho ao seu dono e não são companheiras. Agem simplesmente por instinto. Depois de certo tempo há um respeito pelo dono por saber que é através dele que elas são alimentadas.

Vivem em média 20 anos e o comprimento varia de acordo com as espécies. Nascem geralmente com 30cm, e podem atingir quatro metros como a jibóia e seis metros como a Píton Burmese.


As cobras trocam de pele pelo menos duas vezes ao ano que é recoberta por escamas com formato alongado na parte superior e arredondado na cauda e extremidades. Possuem muitos ossos, cerca de 838 ossos contra 108 do homem.

A serpente deve ser manuseada suave e lentamente. Senão, pode se assustar e dar um bote. Quem já levou, garante que não dói. O problema maior do bote é o susto que o dono leva, podendo derrubar a serpente e causar-lhe graves ferimentos nos órgãos internos e a quebra da coluna.


As serpentes não captam sons acima de 140hz já que possuem ouvidos internos, porém têm grande sensibilidade às vibrações. Sua língua é estreita, flexível e bi partida, o que favorece a captação do cheiro.


Entre as 18 famílias de serpentes, os maiores exemplares de serpentes são encontrados na Família dos Boídeos. Não são peçonhentos e não possuem presas. Já a família mais numerosa é a dos Colubrídeos, abrangendo mais de 2.000 espécies. Possuem presas e não são peçonhentas.


O animal é classificado como peçonhento quando possui veneno que é capaz de causar grandes danos a um outro individuo. A injeção do veneno ocorre através de presas ou ferrão.


No caso do cativeiro ou criação, é bom que a cobra recebe luz do sol na parte da manhã. Quanto à luz artificial, existem lâmpadas especiais para répteis ou ainda podem ser usadas lâmpadas infravermelhas para aquecer. Jamais devem ser colocados materiais ou pedras pontiagudas que possam ferir o corpo da serpente.


A alimentação varia conforme a espécie, mas em geral, as serpentes se alimentam de mamíferos, insetos, pequenos invertebrados, peixes, entre outros. As espécies que são criadas em cativeiro (terrário) geralmente se alimentam de pequenos mamíferos. A quantidade vai variar de acordo com a idade, espécie, tamanho, clima. Como qualquer outro réptil, a cobra ou serpente sofre no inverno e isso acaba influenciando no seu apetite que diminui neste época do ano.


Dica importante:


A grande maioria das cobras quando está alimentada, fica “repousando” e quando está com fome, fica agitada. De acordo com o seu comportamento, dá para perceber quando está ou não pedindo comida. Troque a água diariamente, pois elas costumam defecar dentro da água. Nunca pegue uma serpente na mão sem conhecê-la, pois dependendo da serpente e o tempo de socorro, a picada pode ser fatal.


CURIOSIDADES:


*A maior serpente já registrada é uma sucuri de 11,50m.
*A naja africana é capaz de lançar o veneno a uma distancia de até 2,40m.
*Um grama de veneno da naja pode matar 150 pessoas.
*A maior serpente venenosa é a cobra rei que chega atingir 4,50m.
*A maior serpente venenosa do Brasil é a surucucu medindo em torno de 3,60m.
Origem e História
Elas surgiram na terra há cerca de 145 milhões de anos e tem função muito importante em um bio sistema como qualquer outro animal. São grandes predadoras de roedores e algumas espécies só se alimentam de filhotes de cobras venenosas, mantendo assim em seu habitat um equilíbrio ecológico perfeito. Isso nos leva a crer que elas não são os animais que deveriam ser extintos como muitos desejam.
No Brasil, o universo das serpentes como animais de estimação não se compara ao americano, mas existe e é crescente. No momento a importação de répteis está interrompida, mas há exemplares em algumas lojas.

Há também duas condições básicas para a compra e a venda de serpentes no país. A primeira é que é proibido criar espécies peçonhentas que oferecem risco ao homem. A segunda, válida para todos os animais, impede a posse de espécies da nossa fauna, a menos que o Ibama a autorize. Mas, a realidade é diferente. Grande parte das pessoas que partilha o seu dia-a-dia com uma serpente no Brasil, o faz com jibóias, espécies nativas.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato Copyright© 2000/2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

tartaruguinha d'água


Este pequenino ser com delicadas listras verde-amarelas é um pet que traz alegria para quem convive com ele. A tartaruguinha d'água gosta de ser acariciada na cabeça, comer na mão e tomar sol. Pode ser criada dentro ou fora de casa. Ela só precisa de uma ambiente com área seca e uma parte grande de água com temperatura morna, além de sol e alimentos.
Se você ainda não sabe, as tartaruguinhas são carnívoras. Elas não vivem só de alface como muitas pessoas pensam. Eles precisam de carne e peixe moídos em pedaços pequenos e crus, frutas e verduras picadas. Sua saúde é muito resistente porém pode apresentar raquitismo, deixando o casco mole, caso ela esteja com falta de proteínas.

O lugar seco serve para a tartaruguinha sair da água e descansar. Ela faz suas necessidades dentro da água, portanto a limpeza diária é fundamental para a saúde de sua amiguinha.
Tenha cuidado com a sua tartaruguinha! Se ela for colocada em locais ásperos pode causar ferimentos embaixo do casco favorecendo a entrada de fungos e bactérias.

As tartaruguinhas d'água se reproduzem com muita facilidade em cativeiro. Ao nascerem têm apenas 4 cm, o tamanho equivalente ao de uma caixa-de-fósforos e já saem logo nadando. Adultas chegam a medir 25 cm, crescendo 3 cm por ano. Vivem, em média,
40 anos mas podem chegar a um século!


A identificação sexual só pode ser feita quando adultas, aos cinco ou seis anos. A fêmea é maior com cerca de 25 cm e o macho chega a 20cm com a cauda mais comprida e volumosa.


O acasalamento é de julho a agosto e a desova de setembro a dezembro. Cada fêmea põe, em média, 10 ovos, que enterra na areia. Para garantir um maior número de nascimentos, as covas devem ser abertas com cuidado e os ovos retirados sem sacudir ou mudá-los de posição. Para isso devem ser marcados com lápis na parte superior e transferidos para uma chocadeira onde serão enterrados em areia para que possam eclodir em 120 dias. Após este processo, os ovos devem ser enterrados na mesma posição, a
10 cm de profundidade com temperatura de 27 a 29 graus.
Origem e história
No Brasil a espécie de tartaruguinha d'água comercializada é a Pseudemis scriptis elegans, que possui manchas alaranjadas nas laterais da cabeça e os desenhos embaixo do corpo diferentes. É vendida legalmente em lojas de aquário de peixes, obtida através de importação direta dos criadores norte-americanos. Há outra espécie, a Trachemys dorbignyi, originária dos banhados, rios e lagos da região do Rio Grande do Sul, Uruguai e norte da Argentina. Esta já é proibida de se comercializar.

Os quelônios (tartarugas, cágados e jabutis) são os vertebrados mais facilmente reconhecíveis, devido a presença do casco que é a chave do sucesso destes animais.
Os quelônios de hoje não são tão diferentes de seus ancestrais que viveram durante o Triássico. São cerca de 260 espécies conhecidas, sendo encontrados em diversos ambientes: lagos, rios, pântanos, mar, florestas e desertos. A maior espécie é a tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) podendo medir 2,4 m de comprimento e pesar 900 kg.


O casco é a característica principal de uma tartaruga, sendo a carapaça composta por ossos dérmicos que são recobertos por escudos córneos de origem epidérmica. Os quelônios são os únicos vertebrados que possuem as costelas externas às cinturas. Outra característica destes animais é o seu bico córneo, não apresentando dentes.


Um dos quelônios mais comuns entre nós é o cágado (Família Chelidae) que vive em ambientes de água doce (açudes, lagos e rios). Este quelônio é caracterizado por recolher a cabeça curvando o pescoço horizontalmente. Algumas espécies de cágados são diurnas, enquanto outras são noturnas.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato Copyright© 2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

parece mas não é


A primeira impressão não é a que fica. A iguana é um
réptil de aparência, a princípio, assustadora e que lembra
os gigantescos animais jurássicos. Mas esta sensação logo desaparece e quando menos se espera esta exótica amiga de temperamento calmo e dócil pode se tornar uma boa companhia. Por ter facilidade de adaptação e integração com o homem, se tornou o primeiro réptil doméstico.


Seu tamanho pode chegar a dois metros, porém 2/3 correspondem à cauda. O corpo é forte, comprimido dos lados e os membros são bastante desenvolvidos com dedos compridos para facilitar a subida em árvores. Embaixo do tímpano, possui uma enorme escama arredondada, uma prega de pele na região gular e uma crista no alto da cabeça. A cor, em geral, é verde intenso nas iguanas jovens e ao envelhecer aparecem bandas escuras ao longo do corpo e da cauda.
De hábitos diurnos, a iguana se alimenta preferencialmente de insetos quando jovem e na fase adulta torna-se praticamente vegetariana consumindo brotos, queijo branco, alface, escarola, laranja, banana, cenouras raladas, flores de hibisco, ipê, pétalas de rosa, entre outras. A alimentação deve ser administrada duas vezes por dia. No inverno devido à baixa do metabolismo é possível o animal diminuir a quantidade de alimento ou até passar algum tempo sem comer nada.
A iguana requer uma série de cuidados por se tratar de uma espécie delicada e de manutenção difícil. Como é um animal de grandes dimensões, o terrário deve ser amplo, alto e com excesso de troncos e galhos. Este réptil precisa se exercitar para não ficar obeso. Necessita também tomar banho de raios ultravioleta.
A iguana como todos os répteis é um animal de sangue frio, não tendo assim um método próprio para manter a temperatura de seu corpo. Na natureza o sol é sua principal fonte de calor, no cativeiro a temperatura do ambiente deve ser em torno dos 30º no período diurno e 23º no período noturno. Este controle pode ser feito com termômetro. Caso a temperatura não siga estes padrões, o animal ficará inerte podendo até hibernar e neste estado há uma baixa no metabolismo diminuindo ou até cessando suas funções fisiológicas que são mantidas com as reservas energéticas que foram acumuladas durante o período quente. Outro fator importante é a umidade do ar que deve girar em torno dos 70 a 80 %, pois a baixa umidade pode causar ressecamento da pele.
Como qualquer outro animal o iguana requer uma higiene constante. Com um pano úmido é possível fazer a higienização do corpo, para evitar arranhões. Não se deve esquecer de cortar as unhas da iguana e evitar o contato com outros animais. As fezes e a urina também devem ser retiradas.
Mesmo sendo pacifica, a iguana quando se sente ameaçada revida com mordidas e chibatadas com o rabo.O macho como forma de mostrar que é dono daquele “pedaço”, levanta a cabeça deixando a mostra sua papada do pescoço.
Origem e história
A iguana vive no México e no Brasil Central, em florestas úmidas e na caatinga.No Brasil a criação em cativeiro é proibida, por se tratar de um animal silvestre. Houve a liberação da importação, mas foi logo vetada. Neste curto espaço de tempo muitas pessoas adquiriram uma iguana, e se viram em apuros com o passar dos anos ao notar que elas não paravam de crescer. A solução precipitada foi soltá-la em um lugar com densa vegetação, o que ocasionou o desequilibro na fauna e até a morte do animal, já que por ter vivido em cativeiro, se tornou presa fácil dos predadores nativos.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato Copyright© 2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

uma ave marinha muito charmosa


O pingüim é uma ave marinha, excelente nadadora, porém não voa. Chega a nadar com uma velocidade de até 40 km/h e passa a maior parte do tempo na água.

Este simpático animal possui uma espessa camada de gordura que serve para proteger seu corpo. As asas são recobertas por nadadeiras com plumagem densa, lisa e gordurosa o que torna o corpo impermeável.


A maioria dos pinguins possui o peito branco e a cabeça e o dorso pretos. Os pingüins pesam de 15 a 35 kg e podem viver até pouco mais de 30 anos. Como principais inimigos estão os tubarões, as baleias e as focas-leopardo.


Agridem somente se forem ameaçados, do contrário são extremamente mansinhos, divertidos e curiosos.


São 18 espécies conhecidas de pinguins (Spheniscidae), sendo que quatro delas se deslocam até as regiões subtropicais e as outras vivem em áreas mais frias no hemisfério sul, especialmente nas faixas das regiões polares e subpolares.


A maioria vive na Antártida e em algumas ilhas na Nova Zelândia, mas também estas aves podem viver em regiões do sul da África, Austrália e América do Sul.


Durante o período de reprodução, os ovos são colocados em ninhos de pedra, cavados ou sobre as pregas da pele existente nos pés. Os machos, geralmente, ajudam na incubação que dura de 5 a 6 semanas. Os filhotes são agrupados em creches e não podem procurar alimento sozinhos até que terminem o seu desenvolvimento.


A fidelidade é característica marcante entre os casais de pingüins. Raramente acontece o divórcio, somente em casos de má reprodução.


Alimentam-se de crustáceos, moluscos, peixinhos e pequenos animais marinhos. São ágeis caçadores.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2000/2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved

Peixe Palhaço Encantador, colorido e desajeitado

<><> <><>



O colorido de seu corpo chama a atenção. Pode-se dizer que é um peixe exótico, cuja cor laranja e as tiras brancas ou azuladas, assim como a maneira desalinhada e desajeitada de nadar, dão sentido ao nome: Peixe-Palhaço. Seu habitat natural são as águas tropicais e subtropicais, principalmente os recifes de corais do Indo-Pacífico, mas podem ser encontrados, em menor quantidade, no Caribe e no Mar Vermelho.

Os Peixes-Palhaço, também denominados Peixes da Anêmona, são da família Pomacentridae e de várias espécies, dentre as quais, as mais conhecidas são o Palhaço Tomate, o Palhaço Comum (Ocellaris), o Palhaço Sebae e o Palhaço Marrom e todas sobrevivem em cativeiro sem grandes dificuldades.

Anêmona-do-mar

É impossível falar sobre o Peixe-Palhaço sem ligá-lo à Anêmona-do-Mar, a sua principal companhia. Apesar da aparência inofensiva, a Anêmona-do-Mar possui células na ponta dos tentáculos, que queimam e paralisam os peixes, para, em seguida, devorá-los.

As anêmonas liberam substâncias químicas que atraem o Peixe-Palhaço, imune ao seu veneno. O muco que recobre esse peixe não contém os elementos que ativam a liberação da secreção venenosa, assim, eles fazem uma ótima parceria. Graças a essa harmonia, suas refeições (pequenos invertebrados) estão sempre garantidas.


Curiosidade

Esses simpáticos peixinhos medem cerca de cinco centímetros e pesam, no máximo,
150 gramas. Pequeninos no tamanho, mas exuberantes na vibração de suas cores, os Peixes-Palhaço possuem a capacidade de alternar seu sexo. Isso ocorre quando há necessidade dessa mudança, ou seja, eles nascem machos e, de acordo com a natureza de cada um, transformam-se em
fêmeas ou não.

Como já foi dito, o Peixe-Palhaço vive nas anêmonas que ficam em pequenas colônias.Se ocorrer o fato de nenhum dos peixes ser fêmea, para que se reproduzam, um macho, geralmente o maior, muda de sexo para dar continuidade à espécie. Na reprodução,
a fêmea desova no ambiente marinho e o macho fecunda os ovos com seu esperma.
Em relação a esta reversão sexual, é interessante destacar que é uma transformação hormonal e ocorre de acordo com a necessidade da colônia ou do local em que eles se encontram.

inicio l quem somos l cadastre-se l contato
Copyright© 2002 PetFriends. Todos direitos reservados. All rights reserved